29 outubro 2015

Academia das Carnes lamenta que debate sobre turismo na ALM tenha ignorado a gastronomia


A direcção da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira emitiu hoje uma nota de imprensa onde "lamenta que o factor gastronómico na promoção da Região Autónoma da Madeira" tenha sido "pura e simplesmente ignorado no debate que houve hoje no Parlamento Regional sobre o turismo". 
"A gastronomia atlântica da Região Autónoma da Madeira, (...) enriquecida pela qualidade dos seus frutos, vinhos, peixes, carnes e produtos hortícolas, foi puramente esquecida como elemento de promoção da RAM por várias forças políticas regionais que dizem defender a elevação da gastronomia Madeirense a Património Cultural Regional", lê-se na mesma nota.
Na mesma informação é noticiado que a Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira foi convidada a participar na qualidade de confraria observadora no próximo Congresso das Confrarias Baquicas e Gastronómicas dos 'Países Catalães' (sul de França com fronteira com a Catalunha, ilhas Baleares, Sardenha ,Valencia e toda a Catalunha). Este congresso realiza-se no dia 14 de Maio de 2016 em Tarragona, Espanha. 

28 outubro 2015

AMC/CGM lamenta que gastronomia seja esquecida na promoção da Madeira


A direção da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira lamenta que o factor gastronómico na promoção da Região Autónoma da Madeira no debate que houve no Parlamento Regional, sobre o turismo, fosse pura e simplesmente ignorado (ou mesmo dado pouca importância por todos os intervenientes). A gastronomia atlântica da Região Autónoma da Madeira, enriquecida pela qualidade dos seus frutos, vinhos, peixes, carnes e produtos hortícolas, foi puramente esquecida como elemento de promoção da RAM por várias forças políticas regionais que dizem defender a elevação da gastronomia Madeirense a Património Cultural Regional.

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira informa que foi convidada a participar na qualidade de confraria observadora no próximo Congresso das Confrarias Baquicas e Gastronómicas dos "Países Catalães" (sul de França com fronteira com a Catalunha, ilhas Baleares, Sardenha, Valência e toda a Catalunha). Este congresso irá realizar-se no dia 14 de Maio de 2016 em Tarragona, na Catalunha - Espanha.
Resta informar que a direção da AMC/CGM aceitou o convite e estará presente.
A direção da AMC/CGM
Estreito de Câmara de Lobos, 28 de Outubro de 2015

Presença da confraria madeirense na região Norte de Itália

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira esteve presente no XVI Capítulo da Accademia della Castagna Bianca di Mondovi-Studium Monregalensis Castanae, que decorreu na região Norte de Itália.

27 outubro 2015

Próximas presenças confirmadas na Áustria e Eslováquia

Membros da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira vão participar no próximo dia 6 de Novembro numa degustação de Vinhos que irá decorrer no Estado Federado de Burgenland, na Áustria.
No dia 7 irão participar numa degustação de Vinhos produzidos na região de Pezinok, na Eslováquia, e estarão presentes na Cerimónia de Entronização de novos membros da Európsky Vinársky Rytiersky Stav-Ordo Equestris Vini Europaen of Slovakia.
Os confrades da Madeira levarão vinho Madeira e bolo de Mel para o centro da Europa.
A presença dos confrades da Madeira nestes eventos que se realizam na Áustria e na Eslováquia é de máxima importância para a AMC/CGM pois os confrades irão entrar em contacto com membros da Ordo Equestris Vini Europaen of Cyprus, com a qual a Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira quer estabelecer contactos de amizade e de intercâmbio.
A direção da AMC/CGM
Estreito de Câmara de Lobos, 27 de Outubro de 2015


26 outubro 2015

Fidelitas-Amicita-Fraternitas

Caros confrades,
Desde o início da minha vivência confrádica sempre tive o cuidado de defender e cultivar os três fundamentais princípios que regem o comportamento de um bom confrade, independentemente de eu ser um bom ou mau confrade, posso ter cometidos erros e não os nego. No entanto nestes quinze anos tenho assistido a comportamentos inaceitáveis por parte de quem pretendia, e ainda pretende, ser o "dono" do movimento confrádico Europeu. E refiro-me àquela triste figurinha de um individuo que se chama Carlos Martins Cosme.

Desde o Congresso da CEUCO, no Porto, em 2006, (a AMC/CGM foi uma das 3 confrarias portuguesas presentes em Bayonne numa reunião que fundou a CEUCO) que este indivíduo (como já disse, a triste figurinha Carlos Martins Cosme) tenta por todos meios isolar e impedir que a Confraria da Madeira participe em eventos nacionais e internacionais, onde ele ainda goza de alguma influência.

"Don Gregório, nós não nos vamos ver mais na Europa" foi uma frase dita por Carlos Martins Cosme durante o jantar de Gala do Congresso da CEUCO, no Porto, a qual eu respondi "Caro amigo, vamos! Vamo-nos ver muitas vezes na Europa." 
E, na realidade e ao contrário do desejo da referida pessoa, temos participado na Europa, na América, na África e em Portugal em centenas de eventos e fomos sempre muito bem recebidos. Independentemente da respectiva confraria visitada ser ou não associada à CEUCO, prova disso é a Entronização de confrades da AMC/CGM na qualidade de Confrades de Honra ou de Emérito das confrarias visitadas.
Ao contrário da muito triste figurinha, eu - Gregório J.S. Freitas e os confrades da AMC/CGM nunca recusamos cumprimentar, pousar para a foto ou estar a confraternizar no mesmo espaço em que Carlos Martins Cosme esteja. Pois para mim ou para qualquer confrade da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira a presença de Carlos M. Cosme não consegue azedar a comida, avinagrar a bebida, nem estragar o ambiente.
Gregório J.S.Freitas
(Confrade fundador da AMC/CGM)
Estreito de Câmara de Lobos, 26 de Outubro de 2015.




Presença na XXX Paragrafe da Confrérie des Compagnons du Gait-Mollet

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira esteve presente no "XXX Paragrafe da Confrérie des Compagnons du Gait-Mollet" que se realizou na localidade de Cressier que pertence ao Cantão e Distrito de Neuchâtel, na Suíça.
Esta presença foi assim descrita pelo nosso Confrade Lino de Jesus Dionísio:

"Foi mais um lindo capítulo onde a AMC/CGM esteve presente. Não faltou o bom humor, a cumplicidade entre bons amigos desta Confraria e outras presentes e também não faltou a poncha. Embora o recipiente onde foi feita não tenha sido o mais apropriado mas os produtos esses sim eram de qualidade Madeirense, assim como não faltou o bolo de mel e o Vinho Madeira. 
De realçar que é a primeira vez que um membro de uma confraria convidada, estando pela primeira vez a representar a sua confraria, com traje (tal foi o meu caso hoje), é feito 'Noble companheiro' e não unicamente companheiro como é de usual nesta confraria. Não deixaram de realçar nos seus discursos e a vários momentos a maneira como foram recebidos e tratados durante a sua estadia na Madeira quando do 'XV Capítulo da AMC/CGM', em Abril de 2015, mostrando a vontade (e já com quase certitude) de voltarem em 2016. E eu certamente lá estarei para os acolher. 
Gostaria de deixar um pequeno recado para as entidades governamentais. Se for possivel que olhem para o trabalho que tem vindo a ser feito pela AMC/CGM através dos seus membros levando e mostrando a nossa gastronomia e convencendo as pessoas que a Madeira vale a pena ser visitada, quer seja no capítulo da confraria mas também em qualquer altura do ano."

























22 outubro 2015

Cartoon - JM-Madeira



O JM-Madeira desta quinta-feira, 22 de Outubro de 2015, traz na sua edição de hoje um Cartoon referente à AMC/CGM na página 2.

21 outubro 2015

IV Gran Capítulo de la Cofradía de Amigos del Quesu Gamoneu


Conteúdo citado do endereço: http://www.dendecaguelu.com/2015/10/cofradia-de-amigos-del-quesu-gamoneu-iv.html

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=xh-LfSIIzWs


 

"Celebrado en Cangas de Onís, el 3 de octubre de 2015. Descripción, fotos y vídeo del mismo.

Cangas de Onís, la primera capital del reino de Asturias, y por extensión de España, que albergó la corte entre los años 722 y 744, acogió una nueva edición del Gran Capítulo de la Cofradía de Amigos del Gamoneu, que tiene su sede en la regia ciudad.
En consonancia con su acuerdo interno de celebrar su gran día bianualmente, el tres de octubre de 2015, fue la fecha elegida para la celebración de su cuarto Gran Capítulo, con importantes cambios respecto a las dos ediciones anteriores, ya que el primero fue realizado de forma interna, sin estar abierto al resto de Cofradías. 

La recepción de Cofradías y desayuno tuvo lugar en el centro de la localidad, en la sidrería el Campanu, quién tomo el relevo de la sidrería San Antonio, sita en el barrio de Cangas d´Arriba, quién acogió ambos actos en las dos ediciones anteriores.

Tampoco se realizó la ofrenda floral a San Antonio, patrono de la ciudad, cuya talla barroca se encuentra en la capilla consagrada en su nombre, sita en el mismo barrio, sustituyendo la misma por la foto de familia de todos los asistentes en los jardines de su famoso puente medieval, mal llamado romano, emblema de la localidad, situado a escasos metros de la sidrería.
Puente construido durante el reinado de Alfonso XI de Castilla, llamado el Justiciero, (1312 y 1326), levantado sobre el río Sella, previsiblemente sobre uno anterior, que cuenta desde 1931 con la declaración de Monumento Nacional, y de cuyo arco central cuelga una reproducción de la Cruz de la Victoria desde 1939, con motivo del engalanamiento del puente y la ciudad con motivo del regreso a Covadonga, de la imagen de la Santina de Covadonga, desde su exilio forzoso en París durante la guerra civil española.

Realizada la fotografía de recuerdo se procedió al desfile cívico, precedidos por la Banda de Gaitas Esbardu, de Avilés, que sustituyó a la Banda de Gaitas de Cangas de Onís,  por las avenidas Castilla y Covadonga, hasta el cine Colón, sito en la calle Emilio Laria, que albergaría al igual que en la edición el acto oficial del Capítulo.

Desfile, en el que la Cofradía anfitriona seguía a la Banda, y a esta el resto de Cofradías asistentes, que por orden alfabético, han sido:
n  Buena Cofradía de los Siceratores, de Nava.                                
n  Caballeros de la Orden del Sabadiego, de Noreña.
n  Círculo Gastronómico de los Quesos Asturianos, de Oviedo.
n  Cofradía de Amigos de les Fabes, de Villaviciosa.
n  Cofradía de Amigos de los Nabos, de La Foz de Morcín.
n  Cofradía de la Anchoa de Cantabria, de Santoña (Cantabria).
n  Cofradía de la Buena Mesa de la Mar, de Salinas.
n  Cofradía de los Amigos del Olivo, de Baena (Córdoba).
n  Cofradía del Aguardiente y Vino de la Liébana, de Potes (Cantabria).
n  Cofradía del Arroz con Leche, de Cabranes.
n  Cofradía del Chosco, de Tineo.
n  Cofradía del Colesterol, de Avilés.
n  Cofradía del Desarme, de Oviedo.
n  Cofradía del Queso de Cantabria, de Santander.
n  Cofradía del Queso Idiazabal, de Ordizia (Guipúzcoa).
n  Cofradía del Queso Manchego, de Toledo.
n  Cofradía del Oriciu, de Gijón.
n  Cofradía del Vino de Cangas, de Cangas del Nancea.
n  Cofradía del Vino de las Rías Baixas, de Villa García de Arosa (Pontevedra).
n  Cofradía Doña Gontrodo, de Oviedo.
n  Confraria Gastronómica de Amadora, Portugal.
n  Confraria Gastronómica de Madeira, Portugal.
n  Confraria Queijo Serra da Estrela, de Oliveira do Hospital (Portugal).
n  Confreríe de Saint-Romain en Bordelais et Pays Libournais, de Saint Romaní (Francia).
n  Gastrónomos del Yumay, de Avilés.
n  Sociedad Cultural y Gastronómica La Pegarata, de Pola de Laviana

Estando el Círculo Gastronómico de los Quesos Asturianos representado en esta ocasión por Luis Riera y el que suscribe.

El acto oficial contó una mesa presidencia formada, de izquierda a derecha, por:
n  Emilio Argente i Domenech, secretario de la Cofradía anfitriona.
n  José Manuel González Castro. Alcalde de Cangas de Onís.
n  Elpidia Quintana Alonso, presidenta anfitriona, y
n  José Manuel Abeledo Viesca. Alcalde de Onís.
y que al igual que en la edición anterior estaba precedida de otra mesa con una espléndida pieza de un quesu Gamoneu, de la variedad del Valle,  de unos 8 kilos de peso, cedido para la ocasión por el productor Juan Sobrecueva, a su vez cofrade de la Cofradía.

El cofrade Jaime Martínez, ejerció de eficiente maestro de ceremonias, quién presento a los miembros de la mesa presidencial y detallo los nombres de las Cofradías con representación en el acto, antes de ceder la palabra a la presidenta anfitriona.

Elpidia destacó los diez años de existencia de la Cofradía; definió al queso Gamoneu como ellos mismos, como su sabor, gente humilde pero leal; alertó del descenso de queserías productoras –de 20 a 18- ; solicitó soluciones a los políticos para potenciar el mismo, ofreciendo la predisposición de la Cofradía para colaborar en lo que sea necesario; resaltó la labor de los restaurantes de la comarca galardonados, poseedores de seis estrellas Michelín en dar a conocer el  queso; felicitó al nuevo cofrade de mérito por su vida dedicada a ser pastor y quesero; y concluyó agradeciendo a los dos ayuntamientos englobados en la DOP, así como al de Ribadesella que se sumó por primera vez, por todo el apoyo prestado para poder llevar a cabo el Capítulo.

Seguidamente Ángel Ardines Lara, Belén Pérez García, Enrique Martínez Nachón, José María Pons Muñoz, María José García Ordíz, Mercedes Villaverde Huelga y Pilar Jover Carmona, fueron llamados al estrado, para realizar el acto solemne de su admisión como nuevos Cofrades de número de la Cofradía. Quienes juraron todos juntos rodeando la pieza del queso que defiende, ante su presidenta que concluyó el juramento tocando su hombro con el bastón de pastor, mientras les decía: “Si así lo hicierais, en mi nombre y en el de la Cofradía os aceptamos como Cofrade. Quedáis obligados a la defensa y difusión de este queso sin par, en vuestras andaduras por el mundo. Y si no lo hiciereis, que el cuélebre guardador de nuestros quesos os maldiga y os otorgue fuertes dolores de barriga”.

Concluido el masivo juramento, se le cedió la palabra a Emilio Argente, quién en su condición de secretario, leyó el acta de fecha 15 de enero de 2015, que en su punto número 5, recoge el nombramiento como cofrade de mérito de Artemio Asprón Braniella, y como cofrades de honor, a los restauradores de la comarca oriental distinguidos con estrellas Michelín, Nacho Manzano, José Antonio Campoviejo, Jaime Uz, Ricardo González Sotres y Esther Manzano.

De Artemio se dijo, que hablar de él es hablar de Gamonéu en mayúsculas, dándose la circunstancia de ser uno de los habitantes de mayor edad del pueblo que da nombre al queso, historia viva de la cultura popular y del queso a cuya elaboración dedicó la mayor parte de sus 86 años. Pastor y quesero, a lo largo de toda una vida le toco majar en 15 vegas y dormir en 36 cabañas y 3 refugios, y sólo le apartó del monte la realización del servicio militar y cuando la salud aflojó la fuerza de sus piernas. En su memoria se atesoran los secretos del ancestral queso, un orgullo y una renta necesaria, con el concursaba con orgullo y rivalidad con sus casi veinte compañeros elaboradores y con el que consiguió 24 trofeos.
Artemio recibió el galardón e intervino sentado, junto a su nieto Jorge, por la delicada situación de sus piernas, que no le restaron fuerzas para decir verdades como puños que motivaron el reconocimiento colectivo con una salva de aplausos. Diferenció a los ganaderos de los pastores, y sobre estos dijo que los estaban echando del monte; pidió que se autorizase la quema en las majadas y el monte, ya que el desbrozar es tirar el dinero, al no crecer el pasto una vez realizada: exigió acabar con el lobo, ya que de poco sirven las subvenciones para tener vacas casinas si los lobos comen sus crías; denunció los retrasos en pagar los daños causados por estos por la Administración, poniendo de ejemplo a su hijo, cuyo rebaño sufrió ataques en junio y aún no había cobrado nada: ironizó con que vivió a madres sacar adelante diez hijos, pero nunca con leche de loba, como tampoco vio nunca a los turistas pedir una ración de lobo en un restaurante, concluyendo pidiendo respeto y que miren por los ganaderos y pastores.


José Antonio Campoviejo, fue el primer Cofrade de Honor en ser nombrado. Cangués de nacimiento y de corazón, cofundador de la Cofradía, sus éxitos profesionales los está consiguiendo en la otra orilla del río Sella, en Arriondas. Autodidacta, sin haber pasado por ningún centro formativo hostelero, sus pinitos los comenzó en el servicio militar, años de práctica, experimentación, investigación, disciplina y método, unido al excelso trabajo en sala de su inseparable Yolanda, le ha llevado a ser uno de los grandes de la gastronomía asturiana. Amante de los productos de proximidad, y firme defensor de los productos naturales y ecológicos, es un incondicional aliado de cualquier causa que defienda las tradiciones, las raíces y la autenticidad.
Esta defensa fue manifestada en su intervención, dónde defendió el llamado kilómetro cero, el consumo de productos del entorno, en aplicar el sentido común y en generar riqueza en el entorno cercano. Definió a Asturias como una privilegiada en productos agroalimentarios. Mostró su predilección por el quesu Gamoneu, con el que hace dos platos habituales en su carta. Se definió cangués, pero cruzó el río y allí es feliz, habiendo sido nombrado hijo adoptivo de Parres, concluyendo invitando a toda la hostelería a potenciar los quesos asturianos y deseando larga vida al Gamoneu.

El siguiente en ser nombrado fue Jaime Uz, ovetense con establecimiento en Ribadesella. De familia arraigada en la hostelería, con negocio en Oviedo, estudió en la Escuela de Hostelería del Principado de Asturias, trabajo durante años en el País Vasco, con Martín Berasategui en el Kursaal y con los hermanos Arbelaitz en el Zuberoa. Ya en Asturias, primero se instalo en Oviedo, pero fue en Ribadesella, en el restaurante Arbidel, dónde su trayectoria ha sido meteórica, obteniendo en el año 2013 la estrella Michelin, ofreciendo una cocina de mercado basada en los sabores tradicionales y un esmerado servicio a unos precios asequibles.
Jaime, en su corta intervención, agradeció el nombramiento, reconoció que últimamente todo ha sido muy meteórico y califico al Gamoneu, como uno de los grandes del mundo, y que está muy presente en su cocina, en diferentes elaboraciones.

Ricardo González Sotres, último en recibir la distinción de la guía francesa, y propietario del restaurante el Retiro, en Pancar (Llanes) fue a continuación investido. Cocinero por vocación y genética, creció en el restaurante familiar regentado por sus abuelos y padres. Formado académicamente en la Escuela de Hostelería de Llanes, continuo su formación con Nacho Marcial, en dos etapas, y con Manolo de la Osa, en las Rejas de Cuenca. En el 2010 abrió el Retiro, en el 2011 quedo clasificado como segundo mejor cocinero de España y en el 2014 consigue la estrella Michelin.
En su también corta intervención, manifestó tener elaboraciones y quesos en su establecimiento, siendo el Gamoneu uno de sus preferidos y que siempre esta presente ocupando un puesto preferencial.

Ante la ausencia, y en espera de su llegada, de los hermanos Manzano –Esther y Nacho- para ser investidos Cofrades de Honor, se procedió a llamar a los representantes de las Cofradías que asistían por primera vez al gran día de los anfitriones. Representantes que eran esperados por la presidenta para entregarles el diploma acreditativo de su presencia en Cangas de Onís. Las Cofradías del Arroz con Leche, Buena Mesa de la Mar, Chosco, Fabes, Gastronómica de Madeira y Queijo Serra da Estrela, fueron las que asistieron por primera. Entregando la Confraria portuguesa Queijo Serra da Estrela a la anfitriona, una placa, el gran libro de su Cofradía y un queso con DOP Serra da Estrela, como presentes.

Nacho Manzano se incorporó durante la entrega y seguidamente fue investido, mientras que su hermana no pudo asistir por sus compromisos profesionales. Nacho pasa por ser el abanderado del talento comarcal culinario, siendo su restaurante Casa Marcial, en la Salgar (Parres) el único del Principado con dos estrellas en la Guía francesa.
Creció en la casa de comidas familiar, dónde su abuela y madre guisaban al más estilo tradicional, lo que marcó su trayectoria tanto vital como gastronómica. Su cocina es de orígenes y de memoria, fiel a la tradición sin renunciar a la modernidad más absoluta; defensor del producto de calidad de su entorno, sus creaciones son la síntesis del paisaje y de los sabores asturianos.
Su espíritu emprendedor, le llevo a nuevas aventuras empresariales, abriendo restaurantes en Gijón –La Salgar-, Oviedo –casa de comidas Gloria-, la gestión de palacios con Manzano Catering y participando en Inglaterra en el proyecto Iberia London, con varias sedes.
Nacho, que había llegado de un viaje el día anterior, se disculpó por el retraso, agradeció el reconocimiento, felicitó a sus compañeros y ensalzó al quesu Gamoneu, que siempre esta presente en sus casas y en diferentes elaboraciones culinarias.

El acto entró en su fase final con las intervenciones de las autoridades, los dos alcaldes José Manuel, ambas distendidas e irónicas. Abeledo, alcalde de Onís, no dudo en afirmar que Cangas ye de Onís, como lo dice su nombre; recordó que con Artemio tomo el primer calimocho de su vida; valoró el concurso de pinchos, que organiza la Cofradía y que entre ambos municipios no hay localismos.
Pepin González, alcalde anfitrión no dudó en replicar a su homónimo; destacó que en los presupuestos municipales siempre se reserva una pequeña cantidad para apoyar a la Cofradía, por la excelente labor que realiza y se mostró totalmente de acuerdo con la intervención de Artemio, en su defensa de los pastores, en permitir realizar quemas controladas y en luchar contra el lobo.
Poniendo el colofón la interpretación de la Banda de Gaitas Esbardu, del Himno del Principado de Asturias, el Asturias Patria Querida.

Antes de la comida, los cofrades hemos tenido tiempo de disfrutar de la oferta de pinchos del Gamoneu de los establecimientos de hostelería participantes en el VI Concurso de pinchos con Gamoneu, organizado por la Cofradía.

Comida que tuvo lugar en el restaurante Villa María de la localidad, en la que no faltó durante el aperitivo y antes del postre una variada oferta de quesos Gamoneos, de diferentes elaboradores, ocasión única para muchos de probar una amplia gama de las actualmente comercializadas de los dos tipos –Puerto y Valle- acogidos a la Denominación de Origen Protegida.

Concluida la comida y el reparto de la bolsa-mochila con distintivos varios de los anfitriones y publicidad institucional, tuvo lugar un animado baile al son de las canciones pinchadas por el DJ local Emilio Prada, hijo del difunto Ramón Prada Vicente (q.e.p.d) autor del himno de la Cofradía, que puso el punto final al IV Gran Capítulo.

Estupendo el día vivido en tierras canguesas, felicitando a la Cofradía anfitriona por un nuevo éxito, por las acertados nombramientos de Cofrades de mérito y de honor, y por la ampliación programación realizada en su labor de defensa, promoción y difusión del queso Gamoneu. Siendo de destacar en esta última, la visita realizada para todo aquél asistente al Capítulo que lo desea, a la cueva Oscura, sita en Onís, dónde nueve elaboradores maduran en la actualidad sus quesos." 

20 outubro 2015

Gregório Freitas deixa a direcção da AMC/CGM e continua como "um simples confrade fundador"

Informação

Eu, Gregório Julião da Silva Freitas, faço saber de que o meu último acto exercido na qualidade de presidente da direção da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira foi dirigir a Cerimónia do XV Grande Capítulo, que se realizou no dia 26 de Abril de 2015, na Região Autónoma da Madeira.

Mais faço saber de que o meu pedido de demissão (há muito pedido) do cargo de presidente da direção da AMC/CGM foi aceite em Março de 2015, na condição de exercer o respectivo cargo até o final das Cerimónias Capitulares do XV Capítulo.

Após a realização do XV Capítulo tenho participado em reuniões e assinado alguns documentos referentes à AMC/CGM, não na condição de presidente da Comissão Directiva (Colegial) da AMC/CGM mas sim a pedido dos membros da mesma, não sendo justa a acusação a mim dirigida de que pertenço ao grupo de pessoas "que se demitem mas que continuam a ocupar o respectivo cargo".

Contribui e continuarei a contribuir para o bom desempenho dos objectivos da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira pois, embora não sendo presidente da AMC/CGM nem tendo disponibilidade para voltar a ocupar cargos executivos desta associação, continuo a acreditar nos seus propósitos e princípios e sinto-me bem na qualidade de um simples confrade fundador.

Gregório Julião da Silva de Freitas
Estreito de Câmara de Lobos, 20 de Outubro de 2015

Presença na XXVII Cerimónia de Investidura do Consilvm Vinorvm Tarraconensivm

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira marcou presença na "XXVII Cerimónia de Investidura do Consilvm Vinorvm Tarraconensivm", que se realizou no dia 16 de Outubro na Cidade de Tarragona, na Catalunha.
Neste evento esteve igualmente o Dr. Filipe Menezes, presidente do Município do Porto Santo, que fez parte da comitiva Madeirense que se deslocou a Espanha.
































































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