22 novembro 2020

Terra Bona distinguida

Ponto 1: Galardões obtidos:

i) "Terra Bona Family Harvest 2018" obteve no passado mês de Setembro, medalha de Ouro no concurso "Mondial des Vins Extrêmes", realizado em Itália e que contou com a presença de cerca de 39 países.

ii) "Heritage Terra Bona Carvalho Francês 2018" obteve a menção de vinho Recomendado pela Decanter World Wine Awards, realizado em Londres, igualmente no passado mês de Setembro.

Ponto 2: Caracteristicas e recomendações para os vinhos
Estamos na presença de uma gama de vinhos de uma casta rara, com uvas estritamente selecionadas que, sob a influência da brisa atlântica, são produzidas numa biodiversidade única, rodeada pela nossa floresta Laurissilva, património natural da Humanidade.

O nosso lote “Terra Bona Family Harvest” 2018, a exemplo da 1ª colheita, 2017, trata-se de um vinho cristalino de coloração cítrica, aroma complexo, onde as notas de fruta tropical sobressaem, sobre um fundo floral. Na boca, mostra-se fresco, envolvente e mineral, com uma agradável persistência.

Trata-se de um vinho que acompanha bem um momento de pura degustação ou acompanhando queijos e enchidos, bem como, uma refeição, especialmente com peixe, marisco ou carnes brancas.

A servir entre os 10º e 12º de temperatura.

Em relação ao “heritage terra Bona”, barrica de carvalho francês 2018, trata-se de um vinho produzido com fermentação e estágio de três meses em barrica, especialmente concebida para vinhos brancos Reserva, fazendo parte de um lote de apenas 560 garrafas.

Num equilíbrio entre as notas de fruta tropical, ananás, e as notas tostadas decorrentes do estágio em barrica, mostra-se na boca fresco, untuoso, bastante balanceado, e com excelente persistência, fazendo deste vinho uma experiência singular. Ideal para acompanhar refeições com bacalhau, polvo, ou no seu final, acompanhando a sobremesa após uma refeição com o nosso “Terra Bona Family Harvest 2018”.

A servir entre os 12º e 14º de temperatura.

Atendendo às características da casta, são vinhos com um elevado potencial de evolução em garrafa,




2018


2017
       
  








18 novembro 2020

Terras do Avô lança espumante Filipa 50


Filipa Caldeira, sócia da empresa familiar Terras do Avô, do Seixal, completou terça-feira 50 anos e em homenagem foi lançado o Espumante Filipa 50.

A promoção do novo produto foi lançada hoje, na página do Facebook da empresa.

Trata-se de um 100% verdelho, extrabruto natural, que a Terras do Avô sugere para prenda de Natal sublinhando que esta é uma edição limitada.

Assinalar datas festivas da família com o lançamento de um novo espumante é já uma forma de estar da família Caldeira no negócio dos vinhos de mesa madeirenses, produzidos na freguesia do Seixal, concelho do Porto Moniz.

Fonte: JM-Madeira

17 novembro 2020

O Borracho

O borracho ou odre, foi em tempos idos, o meio mais eficaz de transporte do mosto das lagariças, disseminadas pelo meio rural, para os armazéns da cidade, ou portos locais. Este era feito a partir da pele de Cabrito, devidamente tratada e preparada para poder transportar o mosto. Desta forma, se procurava minorar a dificuldade e a canseira do transporte do vinho, criando-se um recipiente que se adaptar-se perfeitamente ao dorso do homem.

O borracho é dos poucos componentes da faina vitivinícola tipicamente madeirense. Apenas na Madeira ele foi utilizado para o transporte do mosto do lagar ao armazém. Todavia não é uma criação madeirense, pois aparece nas Canárias, no sul da Península e no Norte de África. Nesta última localidade, donde pensamos ser originário este utensílio, era e é usado para o transporte e guarda de água. Nas Canárias,o seu uso generalizou-se na população guanche para guardar o gofio.

A forte presença de escravos guanches na Madeira, na segunda metade do século XV, aliada à assídua participação madeirense nas campanhas militares marroquinas, terão contributo para o aparecimento deste tipo de utensílio na nossa ilha. Note-se, ainda que os guanches eram pastores de cabras, é com eles vieram os exemplares de gado caprino que povoaram as encostas das ilhas do arquipélago.

Ao longo do séculos XVI e XVII abundam nos testamentos referências a este recipiente, então chamado odre. A primeira representação do seu fabrico e uso surge no cadeirado da Sé do Funchal, datado de princípios do século XVI. Até ao último quartel do século XVIII continuou a utilizar-se esta designação. Certamente a expressão borracho é uma criação dos nossos dias, uma vez que não encontramos em séculos anteriores semelhante designativo.

A razão do uso do odre ou borracho no transporte do vinho é apresentada em documentos de 1777, onde se afirma que no transporte do mosto para as adegas se utilizavam os barris de dois almudes ou "odres sobre os ombros de homens porque a escabrosidade dos caminhos faz improváveis outras conduções".

O borracho destaca-se, assim, como o único componente da safra vitivinícola tipicamente madeirense, daí a necessidade da sua preservação e, porque não, o seu uso é divulgação nas múltiplas iniciativas culturais e turísticas. 

Texto de Alberto Vieira - Breviário da Vinha e do Vinho da Madeira.

P.S. Numa deslocação à República do Chipre em 2016, em representação da Confraria Enogastronómica da Madeira, no evento dos Cavaleiros da Ordo Equestris Vini Europae - Chipre, Gregório Freitas e João Santos tomaram conhecimento que os habitantes do Chipre também usavam a pele de cabrito para o transporte do mosto.

The 2021 Congress confirmed from 3 to 9 June 2021

31 October 2020

The 2021 F.I.C.B. Congress 2021 confirmed by the organizers from June 3 to 9, 2021

The 51st Congress of the F.I.C.B. was to take place in Alba and the Piedmont region from June 4 to 10, 2020. The organizers, the Order of the Knights of the Truffle and Wines of Alba and Langhe-Experience Tours&events, have put together a very attractive program allowing to discover their beautiful region and their prestigious wines (Barolo, Nebbiolo, Barbaresco in particular) in exceptional conditions.

Unfortunately, the COVID 19 pandemic has meanwhile hit the whole of humanity and the Congress could not take place on the scheduled dates. The F.I.C.B. Board and the organizers therefore decided to postpone the Congress for one year (from June 3 to 9, 2021), with the same program and financial conditions. We have logically decided to postpone by one year the two following events (Challenge in Hungary in 2022 and Congress in Portugal in 2023), with the agreement of their organizers. The postponement of the 2020 Congress is in the hope that the world situation will return to normal in the coming months and that registered participants will be able to take advantage of this long-awaited event to rediscover the spirit of conviviality and sharing that animates our brotherhoods. 


16 novembro 2020

"A Essência" de 15 de Novembro

"A Essência" é uma série de mais 13 programas (continuação) sobre o vinho e a vinha, transmitidos na RTP2. 

A Madeira está em destaque no episódio deste 15 de Novembro de 2020, que poderá visualizar ao clicar na imagem abaixo.



15 novembro 2020

Bolos e broas

Artigo de opinião por Marta Caires.

Fonte: edição impressa do Diário de Notícias da Madeira, de 17 de Novembro de 2020.




2021 F.I.C.B. General Assembly

The statutes of the F.I.C.B. require the physical presence of the members at the general assembly, with the possibility for those absent to give a proxy to a member present. They therefore do not allow the organization of a general assembly at a distance. In the context of the global pandemic, the F.I.C.B. Board of Administration has decided to maintain the date of the General Assembly decided last year, considering the decisions to be taken, but to organize a remote meeting of the Board of Administration on January 21st to prepare the resolutions on the statutory points. In accordance with our articles of association,  the ordinary general assembly of our Federation will take place:

Saturday, January 30, 2021 at 10:00 a.m.

at the Maison des Associations of the Paris 16th district

14, avenue René Boylesve 75016 Paris

(100m from the Wine Museum of Paris)

click here for the notice for the 2021 GA

click here for the 2021 GA agenda

click here for the draft minutes of the 2020 GA

13 novembro 2020

The Renaud Society Journal

In spite of the pandemic our brotherhoods remain active! The Renaud Society has sent us an end of year magazine, which nicely presents the Paris Wine Museum where we love to meet.

We guess everybody will enjoy reading it.

Fonte: F.I.C.B.



10 novembro 2020

John Paul da Silva | Beijo Wines



São vinhas no Caniçal, bem perto do mar, num projeto de produção que começou em 2005. Plantaram-se as castas tinta barroca, touriga franca e cabernet sauvignon, de cujas uvas se fazem cerca de 3500 garrafas de vinho rosé e outras 3500 de vinho tinto, com a marca Beijo. O primeiro vinho foi produzido em 2009 e foi de imediato premiado. Daí para cá já tiveram três vezes um primeiro lugar. O enoturismo resume-se à visita às vinhas e a uma prova dos vinhos com alguns petiscos, por marcação, ali mesmo junto às vinhas, com o mar lá ao fundo.



They are vineyards in Caniçal, very close to the sea, in a production project that started in 2005. Baroque red grape varieties, touriga franca and cabernet sauvignon were planted, from which grapes make about 3500 bottles of rosé wine and another 3500 bottles of wine. red, with the brand Beijo. The first wine was produced in 2009 and was immediately awarded. Since then, they have already won first place three times. Wine tourism comes down to a visit to the vineyards and a wine tasting with some snacks, by appointment, right there next to the vineyards, with the sea at the bottom



Beijo Madeiran table wine

An award winning red Madeiran DOP table wine that can be found in many retailers and at the Madeira wine festival.
Beijo means Kiss in Portuguese, hence the lips on the very stylish label.
Beijo is produced at the San Vicente winery and is a blend of Cabernet Sauvignon, Touriga Franca and Tinta Barroca grapes.
The wine is fresh and peppery with fruit notes, particularly blackberries. This is certainly one of most evolved of Madeira’s red wines as it has depth of flavour and some real body to it.
The vineyard is in Canical and planted in 2005 with the first bottling made in 2009.

02 novembro 2020

Palestra promovida pela AICT debate “A importância dos produtos locais na Gastronomia do Porto Santo”




No âmbito do II Festival Gastronómico -Caça e Pesca, foi promovida pela Associação de Indústria, Comérico e Turismo do Porto Santo (AICT-Porto Santo), uma palestea tendo como tema “A importância dos produtos locais na Gastronomia do Porto Santo”
O painel foi composto pelo Presidente da Confraria Enogastronómica da Madeira, Alcides Nóbrega e Márcio Ribeiro, Secretário da Confraria.
O moderador foi Hugo Brandão, Presidente da Associação de Produtores da Ilha do Porto Santo. Refira-se que, no passado sábado, dia 31 de outubro, houve uma reunião dos órgãos sociais e respetivos associados da AICT para debater os seguintes pontos que foram aprovados por unanimidade:

1. Apresentação e esclarecimento do projeto aprovado “Porto Santo BIZ 4.0”
2. Proposta de uma nova mesa de atividade comercial 
3. Reagendar algumas datas do plano de atividades até dezembro de 2020.

Foram ainda apreciados e votados por unanimidade os seguintes pontos:
• Integração de novos associados no órgãos sociais. • Apresentação de uma nova EXPO e vários colóquios culturais, recreativos, económicos.
• Mercado e certames Natal, Festival Bandas Locais e Regionais, lançamento de eventos náutico- desportivos
• Lançamento do projeto de Promoção do Porto Santo
• Continuidade da formação profissional em Porto Santo nas mais variadas áreas

Está pronto para provar a Madeira?


Do nosso bolo de mel ao nosso peixe fresco… Do nosso pão à nossa carne… Dos nossos frutos tropicais às nossas bebidas tradicionais… As nossas mesas estão cheias de sabores mágicos e deliciosos!

Está pronto para provar a Madeira? 😊


Assista ao vídeo: 


01 novembro 2020

Madeira pode comercializar 10 a 15 toneladas de gamba em 2021

Um estudo realizado pelo Governo da Madeira conclui que a região pode comercializar gamba, a partir de 2021, efetuando capturas sustentáveis entre as 10 e as 15 toneladas anuais, anunciou hoje a secretaria do Mar e das Pescas.



Esta perspetiva tem por base um estudo realizado no âmbito do projeto MARISCOMAC, que foi desenvolvido por investigadores e especialistas da Madeira, Canárias e Cabo Verde, o qual "indica para a possibilidade de capturas anuais sustentáveis, na ordem das 10 a 15 toneladas", adianta.

Este estudo foi coordenado pela Secretaria Regional de Mar e Pescas do Governo da Madeira, através da Direção Regional do Mar, e teve um cofinanciamentode cerca de 466 mil euros da União Europeia.

O objetivo foi "desenvolver condições técnicas e bases científicas para a exploração sustentável de mariscos e peixes (recursos pesqueiros) nas águas, quer costeiras quer profundas, da Madeira, Canárias e Cabo Verde e sua comercialização", realça.

O secretário com a tutela, o centrista Teófilo Cunha, destaca no documento a "importância da ciência e da investigação servirem de suporte para a tomada de decisões políticas".

"Durante quase cinco anos, os especialistas e cientistas estudaram os recursos marinhos destes três territórios, agora estamos em condições de saber quais as espécies com valor comercial e quantidades que permitam utilizar esses novos recursos de forma responsável e sustentável", declara.

O governante insular enfatiza que "uma dessas espécies é a gamba da Madeira, que os entendidos consideram 'um produto de excelência'".

Os estudos também indicam ser "na costa sul da Madeira que se concentram os maiores 'stocks'", perspetivando os especialistas que "a sua exploração e comercialização de forma sustentável pode atingir entre 10 a 15 tonelada/ano, num valor comercial próximo dos 100 mil euros".

"AMadeira poderá vir a comercializar a gamba da Madeira, a partir de 2021", lê-se numa nota divulgada pelo executivo insular.

"Estamos a falar de uma mais-valia para os pescadores, mas em complemento da atividadeporque 10 a 15 toneladas anuais não permite viver exclusivamente da gamba", vincou Teófilo Cunha.

O responsável insular sublinhou que este produto pode "enriquecer a gastronomia da Madeira e contribuir para melhorar o rendimento dos pescadores" do arquipélago.

Para o efeito, está em fase de preparação a legislação adequada pelos serviços desta Secretaria Regional, disse.

O projeto MARISCOMAC termina em junho de 2021 e o secretário madeirense espera, "até lá, ter pronta a portaria que irá estabelecer as normas legais".


O estudo realizado também avaliou 'stocks' de lapas e caramujo, mencionou.

27 outubro 2020

Confraria vai à caça da sétima maravilha na ilha dourada

A CEM – Confraria Enogastronómica da Madeira desloca-se ao Porto Santo no próximo sábado, dia 31 de outubro, para realização do seu encontro cultural enogastronómico mensal, que terá lugar pelas 13h00 na Quinta da Tamargueira tendo como prato principal uma das Sete Maravilhas da Gastronomia de Portugal – o Coelho de Porto Santo à Caçador.

Em 2011, este foi um dos 18 pratos da Região inicialmente candidatos às Sete Maravilhas da Gastronomia, entre os quais a famosa espetada madeirense, sendo o Coelho de Porto Santo à Caçador o único eleito pelo júri para seguir no concurso, triunfando como melhor prato de caça. A época era um prato apenas conhecido por uma população idosa do Porto Santo mas atualmente é uma referência da Região.

Para além do coelho os ingredientes são segurelha, alecrim, salva, cebola da Madeira, alho seco da Madeira, vinho caseiro da Madeira, vinagre de vinho caseiro da Madeira, sal e pimenta da terra.

Tendo em consideração que estamos em plena época venatória, que iniciou na Região a 4 de outubro, é uma excelente ocasião para visitar a ilha dourada e desfrutar in loco desta maravilha e de outras propostas no âmbito do II Festival Gastronómico da Caça e da Pesca que ocorre em diversos espaços até 1 de novembro, numa organização da Associação de Indústria, Comércio, e Turismo do Porto Santo (AICTS).

Na Imprensa:

> JM-Madeira: Confraria realiza encontro no Porto Santo

> Diário de Notícias da Madeira: CEM realiza encontro mensal no Porto Santo

26 outubro 2020

Convocatória Assembleia Geral Extraordinária - Eletiva

Vimos por este meio e por indicação do Sr. Presidente da Mesa da Assembleia Geral da CEM, Luís Alberto Policarpo Gouveia, remeter a Vossas Ex.ªs a Convocatória para a Assembleia Geral Extraordinária - Eletiva, a realizar no dia 27 de novembro de 2020, que terá lugar na sede da Confraria, sita na Rua do Mercado, 9325-034 Estreito de Câmara de Lobos, Ilha da Madeira.



25 outubro 2020

Elsa Maria da Silva Ferreira | Pedra de Fogo

É no extremo Leste da Ilha da Madeira, na freguesia do Caniçal, mais propriamente, no Parque Agrícola do Caniçal, que se situam os vinhedos que dão origem ao vinho tinto Madeirense “Pedra de Fogo”, onde as particularidades geomorfológicas do local apresentam afloramentos rochosos de pedra vermelha e pedra basáltica. A especificidade do local, a proximidade do mar, o sistema de condução e as modernas técnicas de produção e vinificação tornam este vinho num néctar equilibrado e com boa frescura.

Elsa Ferreira é o nome da produtora do vinho, é formada em Eng.ª Agrícola. Ao finalizar o curso, surgiu a oportunidade de desenvolver este projeto no Parque Agrícola da Caniçal, abraçou-o com muita garra, ousadia, determinação e dedicação, quando a oportunidade se junta à circunstância tanto melhor. Com uma área bruta de 2 ha, entre a Serra e o Mar , em 2003 iniciou-se a plantação das vinhas com a casta Touriga Nacional, cujo principal objetivo era e é a produção de um vinho tinto de mesa Madeirense – DOP Madeirense. A colheita de 2007 foi a primeira a ser lançada no mercado. O vinho “Pedra de Fogo”, é um vinho com caraterísticas muito próprias, é produzido unicamente com uvas da própria exploração da casta plantada, a Touriga Nacional. As vindimas ocorrem geralmente na segunda semana de Setembro, a colheita é manual e a uvas são vinificadas na Adega de São Vicente. Anualmente, produzem-se cerca de 6 mil garrafas, que são comercializadas no mercado Regional. O vinho “Pedra de Fogo”, tem uma excelente aceitação por parte dos consumidores.



It is at the eastern end of Madeira Island, in the parish of Caniçal, more precisely, in the Parque Agrícola do Caniçal, that the vineyards that give rise to the Madeiran red wine “Pedra de Fogo” are located, where the geomorphological particularities of the place present rocky outcrops of red stone and basaltic stone. The specificity of the place, the proximity to the sea, the driving system and modern production and winemaking techniques make this wine a balanced nectar and with good freshness.

Elsa Ferreira is the name of the wine producer, she graduated in Eng.ª Agrícola. At the end of the course, the opportunity arose to develop this project in the Parque Agrícola da Caniçal, embraced it with great determination, boldness, determination and dedication, when the opportunity joins the circumstance all the better. With a gross area of 2 ha, between the mountains and the sea, in 2003 the planting of vineyards began with the Touriga Nacional grape variety, whose main objective was and is the production of a Madeirense red wine - DOP Madeirense. The 2007 harvest was the first to be launched on the market. The “Pedra de Fogo” wine, is a wine with very specific characteristics, it is produced only with grapes from the planted grape variety, Touriga Nacional. Harvesting usually takes place in the second week of September, the harvest is manual and the grapes are vinified at Adega de São Vicente. Annually, about 6 thousand bottles are produced, which are sold in the Regional market. The “Pedra de Fogo” wine has an excellent acceptance by consumers.

Entrevista - De Pedra e Fogo

21 outubro 2020

Espetada ocupa o 9º lugar num estudo da Taste Atlas



Segundo um estudo da Taste Atlas sobre a gastronomia portuguesa a "Espetada" madeirense ocupa a 9.ª posição dos 12 pratos mais populares a nível nacional. Neste estudo o Bacalhau ocupa o 1º lugar e em último está o Caldo Verde.

Estreito de Câmara de Lobos, 21 de Outubro de 2020.


According to a study by Taste Atlas on Portuguese gastronomy, Madeiran "Espetada" occupies the ninth position of the twelve most popular dishes at the national level of Portuguese gastronomy, in this study Bacalhau occupies the first place and last is Caldo Verde.



THE MADEIRENSE SPECTADA AND ITS INTRODUCTION IN THE RESTORATION

Brief historical notes
Manuel Pedro Silva Freitas

Espetada is the term used in Portugal to designate a gastronomic technique in which food is placed on a spit. Although meat is used more frequently, it is possible to use a huge variety of other food products, such as fish, seafood, vegetables, etc. depending only on their availability, culture of each population or locality, or the imagination of the cooks.

This dish is found all over the world and takes on different names depending on the country or ingredients.

However, on Madeira Island, the kebab has some particularities, not only because it assumes itself as the most important typical Madeiran dish, but, in its traditional form, it is made only with beef and the skewers used are manufactured with branches of laurel.

Initially, this was a dish that could only be enjoyed in Madeiran festivals or pilgrimages, where, in addition to the music band, there were plenty of stalls for the sale of meat and regional wine. These festivities of a religious nature, in addition to generating a great movement of people, since the local populations were joined by a large number of outsiders from more distant parishes, many of whom stayed overnight from the day before to the day of the party, constituted moments of particular importance not only for faith, but also for trade.

Indeed, these parties were presented as one of the rare opportunities for a significant number of locals and outsiders to eat beef, a food that due to its cost only went to the table of the less affluent population, "from party to party".

Although some people purchased the meat to be cooked in their homes, many, and especially foreigners, ate it at the sales points, the food and drink stalls, which for this purpose made a fire and skewers available to customers. made from laurel branches, a plant also used to cover the lower part of the flagpoles that decorated the places of the party and to cover the structure of the tents.

He acquired the meat, it was cut into small cubes which were then skewered on the skewer and then sprinkled with table salt. This done, the skewers were placed a few centimeters above the embers produced by the fire, which was continuously fed with wood.

After roasting, it was time to eat. One of the people took the skewer and put it in a position so that the people in the group, usually in a circle and standing, would take the meat off the skewer and eat it. As an accompaniment, wine was served, purchased in one of the various tents in the camp. Although wine was originally the drink used as an accompaniment to kebabs, with the advent and promotion of soft drinks, wine has often been mixed with orange in order to not only reduce its alcohol content, but also diluting the high degree of acidity that most of the wines produced by people and sold in stingrays had. Little by little the beer was also able to implant and even overcome the wine, either ingested in isolation or mixed with oranges, a combination that, like the mixture of wine with oranges, received the epithet of "drink from camp".

Associated for centuries with the festivals, in the 50s, Francisco da Silva Freitas makes, in the parish of Estreito de Câmara de Lobos, his introduction of the kebab in the restoration, through the creation of the first kebab restaurant in Madeira.

Beginning by preparing skewers for a circle of regulars at his commercial establishment and in which the meat of each skewer was shared equally by all, who also paid equally, this practice multiplied soon and little by little it attracted even the small bar that he owned an increasing number of people, a fact that conditioned the appearance of a restaurant.


Although Francisco da Silva Freitas had never been concerned with choosing the name to give to his restaurant, customers soon started referring to it as “Vides”, a fact associated with the type of material with which the brazier was made to bake it. beef. The choice of vides to make the brazier where the meat was roasted had to do with its easy availability in the locality, or it was not the parish of Estreito, an important wine region, or better, the mill of Madeira and also the fact that burned does not give off an odor likely to alter the flavor of the meat. Subsequently the vines would be replaced by pine wood which, despite producing some odor, does not significantly alter the flavor of the meat and has the advantage that the brazier produced is more durable and, therefore, more economically profitable.

After the success of this initiative, in the parish of Estreito, , the kebab as a dish of the Madeiran restoration would quickly spread throughout Madeira, initially in the form of specialty restaurants, some of which still exist today, where the kebab was the single or the most important dish and then, becoming part of the usual restaurant menu.

The fact that it was in the Estreito de Câmara de Lobos, the place where the skewer was first introduced in the Madeiran restoration, gives this parish the status of cradle of the skewer, which means that visiting the island of Madeira and not eating a skewered in the Straits of Câmara de Lobos, it's like going to Rome and not seeing the Pope.

When it was created, the As Vides restaurant was first installed on the edge of what is now called Rua da Igreja, where the building of the Estreito shopping center now stands and where customers ate inside stalls built with laurel branches. Later, the restaurant would move to the premises it currently occupies on Rua da Achada. In this place, following the old tradition, laurel stalls were also built, equipped with tables and chairs, where customers ate. A fire in the meantime that would destroy the tents like the restaurant itself, would lead its owner, in its reconstruction, to choose another type of material.

With the "industrialization" of this dish, the skewers instead of the laurel stick, which gave them a sui generis flavor, started to be made with iron or aluminum and the accompaniment included other ingredients, namely the salad, the potato and the fried corn and the bolo do caco, which, in a way, would replace the homemade bread, sometimes available in the camps. The "take the meat off the skewer and eat it by hand" would be replaced by a fork and knife.

Regarding the seasoning, originally seasoned only with salt, then garlic and eventually the pepper called "da terra", that is, fresh and bay leaves, would be added, whenever the branches of this plant could not be used as a skewer. On the other hand, to ensure a better homogenization of the various seasonings, they started to be mixed with the meat before it was placed on the skewer.

Biographical data of Francisco da Silva Freitas

Francisco da Silva Freitas, was born in the parish of Estreito de Câmara de Lobos, where he was born on September 6, 1922. Having been the youngest son of João da Silva and Antónia de Jesus Figueira, this would end up conditioning his stay in his parents' house, where he would start a family and where, together with his agricultural activity, he would explore a small family bar. In the 50s of the twentieth century, he introduced the kebab, until then only made in festivals, in the Madeiran restaurant, thus emerging his bar, transformed into the restaurant “As Vides” as ex-libris of this innovation.

From her wedding, celebrated on January 17, 1949 with Cecília Gregória de Nóbrega, 8 children would be born, two of whom would end up continuing the restoration activity she created.

19 outubro 2020

Mostra do Pão foi um sucesso

A 'I Mostra do Pão 'do Porto Santo terminou um dia antes do previsto, por causa do alerta laranja para tempo chuvoso, mas foi bem sucedida. É mais um cartaz para a animação da Ilha.

Fonte: edição impressa do JM-Madeira, de 19 de Outubro de 2020.

16 outubro 2020

Viagem gastronómica: os pratos mais típicos da Europa

Venha descobrir os pratos mais típicos de cada país europeu, numa volta gastronómica cheia de sabor. Um aviso: este artigo pode prejudicar a sua dieta.

Já sabemos que em Portugal se come muito bem, mas temos de ser sinceros: os outros países europeus também não se portam nada mal neste capítulo. Não é por acaso que as gastronomias de Itália, França ou Espanha são famosas mundo fora, e em todos os países existem pratos que não só representam a sua gastronomia como a alma e os costumes. É essa viagem que lhe propomos fazer agora, a mais deliciosa de todas, pelos pratos mais típicos da Europa. Mesmo sem sair aqui do burgo…

Itália

A piza pode ser a melhor invenção desde a roda (a outra) e provavelmente os italianos têm mais maneiras de cozinhar pasta do que nós bacalhau. Ainda assim, a nossa sugestão é uma receita siciliana, arancini, um pastel de arroz, recheado, panado e frito, ideal para aproveitar as sobras do risoto… Porque é confort food e finger food e sabe mesmo bem não desperdiçar nada. O arancini pode ser feito com vários tipos de recheio (e isso também vai depender do tipo de risoto), mas o mais tradicional é com recheio de mozarela, acompanhado por um molho arrabiata (de tomate).

Viagem gastronómica: os pratos mais típicos da Europa | Unibanco

Onde comer: o Casanova é uma das pizarias mais conhecidas de Lisboa (mesmo ao lado do Lux) e serve uns ótimos arancini de entrada, com mozarela e carne no recheio. Morada: Avenida Infante D. Henrique, Cais da Pedra, Armazém B, loja 7. Tel.: 218 877 532

Espanha

A gastronomia espanhola converteu-se nos últimos anos numa das mais admiradas da Europa, graças aos génios de Adrià, dos irmãos Roca ou de Berasategui, mas a fama dos seus pratos tradicionais é bem mais antiga – e muitos deles são parecidos aos nossos: polvo à galega, migas, croquetas, cocido… ou se calhar os nossos é que são parecidos aos deles. De todos, a paella à valenciana será mesmo a mais famosa – e aquela que gera mais discussões no país vizinho: os mais puristas acham que não pode levar nem peixe nem marisco (só frango, coelho e caracóis), mas o próprio Diccionario de La Real Academia Española define-o como: “Plato de arroz seco, con carne, pescado, marisco, legumbres, etc., característico de la región valenciana, en España.” Os espanhóis nunca se entendem…

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Onde comer: Los Ibéricos. Como o nome indica, aqui reina a comida da península, especialmente tapas, mas também não faltam opções de arrozes com destaque para as paellas: vegetariana, de polvo, marisco e, claro, a tradicional valenciana. Morada: Largo do Castelo, 3 Leça da Palmeira. Tel.: 224 965 049

França

Todos associam França à nouvelle cuisine, e por certo que aperfeiçoaram as técnicas de culinária na base de toda a gastronomia moderna, mas a NC tem também uma conotação de leveza negativa que não vai encontrar neste prato vegetariano: ratatouille, famoso porque até emprestou nome ao filme sobre o chef rato. Trata-se de uma receita rústica, de agricultores da Provence, à qual sucessivos chefs foram elevando a haute cuisine: “Os diferentes vegetais devem ser cozinhados separadamente, depois combinados e cozidos devagar, juntos, até obterem uma consistência cremosa e suave”, diz o Larousse Gastronomique

Viagem gastronómica: os pratos mais típicos da Europa | Unibanco

Onde comer: e que tal experimentar fazer esta receita com a boa ajuda do Larousse online?

Bélgica

Podíamos falar de waffles, mas nenhum prato representa melhor a Bélgica do que as moulles frites – literalmente mexilhões com batatas fritas. Antigamente, os mexilhões eram uma das comidas mais baratas e fáceis de encontrar a norte, e as batatas a sul, onde se diz que foi inventada a variante frita. Os dois juntaram-se e nasceu este prato que, tal como país, resulta da união entre flamengos e valões. Ainda por cima, casa na perfeição com outra genialidade belga: a cerveja.

Viagem gastronómica: os pratos mais típicos da Europa | Unibanco

Onde comer: em Campo de Ourique existe mesmo um sítio chamado Moules & Beer, e o nome diz tudo. Incrível variedade, da mais tradicional à sofisticada. Com versão a norte, chamada Moules & Jugs, e, em Cascais, Moules & Gin. Morada: Rua 4 Da Infantaria, 29 D, Lisboa . Tel.: 213 860 046

Escócia

haggis é o prato tradicional da Escócia e consiste no bucho (estômago) de carneiro recheado com as vísceras (coração picado, fígado e pulmões) temperadas com cebola, especiarias e tudo ligado com aveia. Para quem está a pensar que os escoceses são uns bárbaros, lembrem-se só dos maranhos e negalhos cá da terra… O haggis pode ser surpreendentemente bom e não há nada de mais escocês, onde é o prato oficial das ocasiões especiais, como a Burns Night, para celebrar o poeta mais famoso da terra. Por vezes a sua chegada até se faz anunciar com pompa, circunstância e gaitas de foles. Para acompanhar com whiskyof course.

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Onde comer: não conhecemos nenhum local onde experimentar, mas talvez se anime a fazer você mesmo, com esta receita.

Bósnia-Herzegovina

Trata-se de uma espécie de salsicha sem pele e é o prato tradicional nalguns países dos Balcãs, incluindo a Croácia e sobretudo a Bósnia. As čevapi são geralmente de borrego ou vaca, embora nalguns países se use também o porco. São servidas grelhadas, com bastante paprica, e acompanhadas por sunum, um pão pita, cebola e queijo kaymak. E são deliciosas.

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Onde comer: não garantimos que exista sempre na carta, que muda ao sabor dos tempos, mas é provável que encontre no 100 Maneiras, de Ljubomir Stanisic (que é de lá, como sabemos). Morada: Rua Teixeira, 39, Bairro Alto, Lisboa. Tel.: 910 918 181

Alemanha

Durante a I Guerra Mundial, os soldados alemães ganharam a alcunha de Kraut precisamente pela sua preferência gastronómica pelo repolho azedo (e é isso que significa sauerkraut, que nós conhecemos pelo nome francófono: chucrute). Esta couve acompanha muitas coisas, a começar pelas centenas de diferentes salsichas, mas dessas há muitas em todo o lado e o eisbein – joelho de porco – é inegavelmente alemão. Seja na variedade cozida ou assada. Ou seja, e que tal experimentar eisbein mit sauerkraut?

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Onde comer: o Gambrinus não tem nada de alemão – é uma instituição nacional –, mas por ali come-se um dos melhores einsbein deste lado da fronteira. Morada: Rua das Portas de Santo Antão 23, Lisboa. Tel.:213 421 466

Dinamarca

Smørrebrød são pequenas sanduíches abertas, que podem levar todo o tipo de recheio, de salsichas a vegetais, incluindo o arenque, o salmão e aqueles pequenos camarões típicos da Escandinávia. Aliás, o prato está disseminado por toda a região, mas nasceu aqui, na Dinamarca, no final do século XIX, onde é considerado prato nacional e onde existem inúmeros restaurantes especificamente dedicados. Existem alguns smørrebrød clássicos, como o de camarões e pepino, mas é a criatividade quem essencialmente dita as regras – menos no pão, que deve ser rugbrød, escuro, feito com farinha de centeio e estar sempre barrado com manteiga. É a base dos smørrebrød, cujo nome se traduz literalmente por pão com manteiga.

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Onde comer: até pelo tipo de prato, não será difícil confecionar em casa, mas o menu do Hygge Kaffe, ao Saldanha, tem vários exemplos para degustar. Morada: Rua Tomás Ribeiro, 95, Lisboa. Tel.: 211 506 290

Suíça

Nada sabe a Alpes, em pleno inverno, como um bom fondue de queijo comido num “restaurante-cabana” perdido nas montanhas. Os suíços comem o seu fondue (dois queijos apenas: gruyère e emental) acompanhado por enchidos e vinho branco suíço, que também entra na receita, e do qual existem algumas opções bastante boas.

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Onde comer: Não temos nem neve nem montanhas, mas em Lisboa o Bistro Edelweiss, no Príncipe Real, serve um belo fondue de queijo, e no Porto pode escolher a Máscara, na Av. do Brasil, na Foz. Morada: Rua de São Marçal, 2, Lisboa. Tel.: 930 414 725

Polónia

Como é que estes dumplings encontraram o seu caminho até à Polónia é coisa que já se perdeu no tempo. O certo é que viraram um dos pratos mais tradicionais e populares do país, e assumiram inúmeras variantes, adaptando-se à época do ano e das celebrações. Assim, no verão, os pierogi são sobretudo doces, recheados com fruta, e, no Natal, vegetarianos, com cogumelos e couve, porque segundo a tradição não se come carne nesta altura. Quando assim não é, os pierogi comem-se sobretudo adicionando um recheio de carne picada a esta última mistura.

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Onde comer: a retro Ice Cream começou por servir apenas gelados segundo a tradicional receita polaca, mas agora alargou a oferta para incluir também os pierogi, que existem com vários recheios e massa sempre caseira. Parece que a Polónia tem mais em comum com Itália do que se pensava… Morada: Av Tomás Cabreira, Edifício Europa, Praia da Rocha, Portimão. Tel.: 919 229 710

Chipre

halloumi é provavelmente o produto mais famoso do Chipre, com a sua popularidade a estender-se por vários países, onde já se inclui Portugal. Trata-se de um queijo de ovelha e cabra que tem a particularidade de poder ser bem grelhado sem perder a consistência. E isso faz dele um queijo especialmente gourmet, perfeito para acompanhar saladas, sopas, sanduíches… Para os cipriotas faz parte da dieta diária, especialmente no verão, quando é a estrela de várias saladas, desde a mais simples de rúcula e tomate até a uma salada de melão (ou melancia), resultando numa combinação magnífica.

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Onde comer: a maioria das cadeias de supermercados nacionais já o inclui na oferta, pelo que pode facilmente prepará-lo em casa, mas o Dom Queijo (um restaurante onde todos pratos levam o ingrediente) serve uma boa entrada de halloumi grelhado (com jalapeño e tequilla). Morada: Campo Grande, 232-C, Lisboa. Tel.: 964 960 963

Por C-Studio / Cofina Media

15 outubro 2020

José Maurílio Velosa Mendes | Arcobom


Um produtor de vinhos tranquilos da Madeira, com muita dedicação, ajudado pela mulher que tem verdadeira paixão pelo que faz. É apenas meio hectare de vinha, no Arco da Calheta, da casta Cabernet Sauvignon, em tempos plantada com Bual. Uma vinha fantástica, mesmo junto à casa do produtor, com vista para o mar, com ligação direta a partir do jardim. Produzem cerca de 4000 garrafas por ano. Gostam de receber visitas e normalmente, para além de se visitar a vinha, provam-se os vinhos com petiscos tradicionais. Estão a preparar um local bem apetrechado para receber mais turistas.


A producer of still wines from Madeira, with great dedication, helped by the woman who has a real passion for what she does. It is only half a hectare of vines, in Arco da Calheta, of the Cabernet Sauvignon variety, once planted with Bual. A fantastic vineyard, right next to the producer's house, overlooking the sea, with direct connection from the garden. They produce about 4000 bottles per year. They like to receive visitors and normally, in addition to visiting the vineyard, wines are tasted with traditional snacks. They are preparing a well-equipped place to receive more tourists.


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