09 fevereiro 2018

Agendada presença em Setembro em Tampere para o Capítulo da "Viiniratarien Veljeskunta".


A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira agendou a sua presença na cidade de Tampere, capital da região de Pirkanmaa, na provincia da Finlândia Ocidental, no início de Setembro de 2018 onde irá participar no Capítulo da "Viiniratarien Veljeskunta".

Estreito de Câmara de Lobos, 9 de Fevereiro de 2018.

08 fevereiro 2018

Cozinha Gourmet ou minimalismo a peso de ouro?


Se é certo que o mundo mudou, e as pessoas mudaram, não é menos adquirido que os pratos têm vindo a acompanhar o sentido dessa vertiginosa, e não raras vezes paradoxal, mudança.

Antigamente, uma sardinha e uma carcaça para uma família caída em desgraça era, sem eufemismos, uma barrigada de fome. Hoje, um pratinho “chique a valer”, o mais minimalista possível, é dito muito elegantemente “gourmet”. A verdade é que quer num caso, quer noutro, os comensais limitam-se a comer, literalmente, com os olhos.

O prato tem de atrair. Tem de seduzir. Uma espécie de namorico sem beijocas lânguidas, dir-se-ia.

Naturalmente que, para que a refeição se torne uma experiência única, normalmente com preço múltiplo, convém que todos os sentidos sejam aguçados, conforme diz “quem sabe da poda” da gourmetização assente na decoração das preparações. Criatividade é coisa que não falta, com os pratos a fazerem lembrar pinturas de Miró ou Dali ou bizarras esculturas como paellas e feijoadas apresentadas em forma de bolinho a fazer lembrar o Portugal dos pequeninos.


Em sentido contrário às porções cada vez mais aparentadas com severo jejum, o tamanho dos pratos tem vindo a crescer, segundo os entendidos, para que os pormenores ganhem destaque. E, realmente, ganham. Outra coisa não há que isso mesmo: pormenores de comida.

Paralelamente, de parceria com o toque cada vez mais ritualístico das refeições, o número de pratos tem vindo a aumentar. Por outras palavras, a falta de comida é compensada com resmas de loiça para impressionar e “fazer crescer água na boca”.

No fundo, a ideia é dar a ilusão ao cliente de que comeu mais e que pagou menos.

Em matéria de culinária decorativa, atualmente, o que está a dar são reduções, flores comestíveis ou mini-legumes, tudo contadinho a dedo, previamente empratado na cozinha, não vá alguém mais guloso servir-se deselegantemente de mais uma ou duas batatinhas-anãs de uma bandeja tradicional.


Em termos de técnicas de montagem dos pratos, a gastronomia também tem vindo a evoluir com a chamada Regra dos terços, conhecido processo de composição fotográfica.

Ou seja, num só pratalhão gourmet, com comida liliputiana no centro, há pintura, escultura e fotografia. O que não falta é arte ou comunhão de várias. Só não há uma coisa essencial: comida para preencher a cova de um dente. Ou melhor, como diz o madeirense, o que o cliente prova (acentuo a palavra “prova”) são “dentinhos”.

Porém, quem pensa que a exigência de qualidade acaba aqui está para lá de redondamente enganado. Os elementos devem ficar em diagonal, de 3 para 2, uma vez que é esse o sentido que os olhos percorrem, como Cesário Verde e Alberto Caeiro percorriam a verdura com o olhar.

As iguarias ou decorações mais baixas devem ser colocadas na posição 3 e as maiores e mais altas na posição 2, numa montagem multidimensional.

Quanto à disposição dos “dentinhos”, o formato é o de “alvo”, com a iguaria principal a figurar no centro daquele “disco voador” a que chamam prato, circundada pelo acompanhamento e pelo molho, o mesmo sucedendo com o formato das sobremesas.

Já outro formato “na berra” é o de “relógio”. Basicamente, a disposição do prato deverá respeitar a distribuição que se segue: as guarnições, divididas na posição de 10 horas e 6 horas, e a proteína à direita, na posição das 2 horas. Tudo muito matemático e geométrico. Segredos talvez dos Maias ou dos Incas, quem sabe…

Resumindo, aritmeticamente, a quantidade de comida é equacionada com contas de sumir, mas o preço a pagar operacionaliza-se com contas de somar muito, muito multiplicadas.

Num dos anúncios publicitários televisivos, há um famoso “chef” que, depois de levar a comida à mesa, repentinamente, tem a epifania de que falta alguma coisa. No caso, era uma cerveja.

E todos respiram de alívio porque já não falta nada. A não ser, a não ser… comida. Obviamente que não falamos de “cogulos” para fartar brutos, mas comida que não pareça um aperitivo para ir depois a um restaurante menos modernaço almoçar ou jantar (verdadeiramente) sem as estrelas Michelin de uma indisfarçável “roeza”.

Artigo de opinião escrito por: João Abel Torres.
Fonte: Funchal Notícias

07 fevereiro 2018

Porto Moniz acolhe encontro cultural gastronómico de Fevereiro


O encontro cultural gastronómico da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira do mês de Fevereiro realiza-se no dia 24, no Restaurante "Mar à Vista", no centro da Vila do Porto Moniz e terá o seu início às 19H30.


(...) não se sabe a época precisa em que começou a sua primitiva colonização, mas não deve ter sido muito posteriormente ao princípio do terceiro quartel do século XV. Francisco Moniz, o Velho é dado como um dos seus mais antigos povoadores, devendo, porém, entender-se que foi ele um dos primeiros que ali teve terras de sesmaria e o primeiro que neste lugar constituiu um núcleo importante de moradores com a fazenda povoada que estabeleceu e com a capela adjunta que fundou.

Estreito de Câmara de Lobos, 7 de Fevereiro de 2018.

06 fevereiro 2018

AMC/CGM representada no Encontro Nacional das Confrarias Gastronómicas


A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira esteve representada no Encontro Nacional das Confrarias Gastronómicas, em Bragança, organizado pela Federação Portuguesa de Confrarias Gastronómicas, no dia 3 de Fevereiro, e inserido no Festival do Butelo e das Casulas 2018.

Estreito de Câmara de Lobos, 6 de Fevereiro de 2018.










05 fevereiro 2018

Fevereiro e Março com presenças agendadas em França

Confrérie Gastronomique du Val de Loire "Gran Ordre du Pelon"

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira faz saber de que estará presente nos seguintes Capítulos que se realizam em França, nos meses de Fevereiro e Março.

Assim a 24 de Fevereiro estará no Capítulo da "Confrérie Saint-Romain et Pays Libourne", que se realiza na localidade de Saint-Romain-la-Virvée, região de Aquitânia.

A 3 de Março no Capítulo da "Confrérie du Pain d`Epices de Saint Grégoire de Nicopolis", que tem lugar na localidade de Pithiviers, região do centro de França.

A 17 de Março estará no Capítulo da "Confrérie des Tripaphages", que acontece na localidade de Château-Gontier, na região País do Loire.

E no dia18 de Março no Capítulo da "Confrérie Gastronomique du Val de Loire-Gran Ordre du Poelon", que se realiza na localidade de Tours, região centro-oeste de França.

Estreito de Câmara de Lobos, 5 de Fevereiro de 2018.


Imprensa

> JM-Madeira: Academia Madeirense das Carnes com vários eventos em agenda

31 janeiro 2018

Participação no 'Encontro Nacional de Confrarias em Bragança'


A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira participa no dia 3 de Fevereiro no Encontro Nacional de Confrarias Bragança 2018, intitulado 'SER BRAGANTINO POR UM DIA', inserido no programa do Festival do Butelo e das Casulas que se realiza de 2 a 4 de Fevereiro.

Estreito de Câmara de Lobos, 31 de Janeiro de 2018.

Festival do Butelo e das Casulas integra Encontro Nacional de Confrarias

SEMANA GASTRONÓMICA CONTARÁ NESTA EDIÇÃO COM 27 RESTAURANTES ADERENTES.

Uma das principais iguarias transmontanas dá o mote ao Festival do Butelo e das Casulas a 2, 3 e 4 de fevereiro na Capital de distrito, no arranque de mais uma Semana Gastronómica que só termina a 13 de fevereiro.

Decorreu a semana passada no Salão Nobre da Câmara Municipal de Bragança a conferência de imprensa de apresentação do “Festival de Butelo e das Casulas 2018”.

À semelhança de outras edições, o centro nevrálgico do certame será na Praça Camões, onde dezenas de produtores e expositores venderão produtos regionais transmontanos com principal incidência para o fumeiro, de onde se destacará, obviamente, o butelo.

Em termos de programação, um dos destaques do evento terá lugar a 3 de fevereiro com o Encontro Nacional de Confrarias. “O ponto alto deste evento será sempre aquele que permite a venda do produto, a sua exposição e a própria promoção no espaço Praça Camões. Para além disso, há a questão do Encontro de Confrarias, pois sendo um encontro nacional, do ponto de vista gastronómico e de promoção do próprio prato que é o butelo e as casulas, este será sempre um momento altíssimo do festival”, asseverou o presidente da Câmara Municipal de Bragança.

Presente na apresentação do evento esteve o Grão-Mestre da Confraria do Butelo e da Casula, que sublinha a importância desta iniciativa, não só para a acentuada implementação daquele que é considerado um prato típico transmontano como, também, para a própria região. “Nós tentamos acrescentar sempre alguma coisa e este ano acrescentámos o Encontro Nacional de Confrarias, que vai ser muito interessante na medida em que esperamos ter muita gente e o movimento confrádico em Portugal já tem cerca de 90 mil confrades”, começou por afirmar Milton Roque à Comunicação Social. “Desse universo ligado à gastronomia, estamos a falar apenas de confrarias gastronómicas e é muito importante que Bragança, no âmbito deste festival, possa mostrar a algumas dessas confrarias o que é a nossa cidade, para além da gastronomia”, explicou o responsável, que aproveitou para agradecer a “amabilidade da câmara uma vez que é ela que tem todo o trabalho de desenvolver o programa”. Ou seja, aquilo que a Confraria pretende com este festival é “não vender apenas a ideia do produto em si, mas vender uma espécie de experiência, uma espécie de um pacote daquilo que é o nosso património cultural, o nosso património edificado, aquilo que é a nossa cidade que é uma das mais bonitas de Portugal”, fundamentou o Grão-Mestre, frisando que a 4 de fevereiro, no dia seguinte, naquele que será um momento “mais reservado”, serão entronizados mais 12 novos confrades, a juntar à centena que a Confraria conta, atualmente, nas suas fileiras.

Desde que o município brigantino deu início a esta iniciativa, o butelo e as casulas têm ganho um papel preponderante dentro do próprio fumeiro, quer a nível regional, quer a nível nacional, registando-se um “aumento exponencial ao nível da procura”.


A animação de rua também será uma constante com atividades especificamente desenvolvidas para as crianças e essa será, de acordo com Hernâni Dias, uma das diferenças em relação ao ano anterior, pois permitirá “levar mais crianças à Praça Camões, já que haverá um programa de animação mais dedicado aos mais jovens”. Na opinião do edil, que estabeleceu na criação de “um ambiente familiar de visitação um dos objetivos deste ano da autarquia”, “por vezes, haverá pessoas que não vão a determinados sítios simplesmente porque não têm onde deixar as crianças ou porque elas não querem ir ou porque o espaço não é tão ajustado para aquela faixa etária e nós aqui tentámos desta vez com que os mais novos possam ter ali um espaço que possa ser chamativo para eles, para que os pais possam levar os filhos e eles tenham ali onde ficar”.

Nesta sexta edição, Hernâni Dias anunciou, ainda, uma “particularidade” do Festival do Butelo e das Casulas que é a possibilidade das “pessoas irem às tendas comprar as suas chouricinhas, as suas alheiras ou o que quiserem e virem cá fora a assarem no grelhador que estará lá e cada um fazer a sua própria refeição. Também há lá pão à venda e, também, haverá vinho”. Portanto, “as pessoas chegam ali, compram logo o que querem, trazem a chouriça ou a alheira, assam, trazem o pão, comem e, depois, se quiserem ainda podem oferecer aos amigos”, sugere o edil, tudo num ambiente de convívio, celebração e amizade.

FOTOGRAFIAS DA EDIÇÃO DE 2017

30 janeiro 2018

Agendada presença em Miranda do Corvo no Capítulo da "Confraria do Vinho de Lamas"


A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira agendou a sua presença no Capítulo da "Confraria do Vinho de Lamas", que se realiza no dia 4 de Fevereiro, na freguesia de Lamas, Município de Miranda do Corvo.

Ao contrário do agendado não foi possível a presença de confrades da AMC/CGM no Capítulo da "Confraria do Javali ", que se realizou em 28 de Janeiro, no Município de Macedo de Cavaleiros, Bragança.

Estreito de Câmara de Lobos, 30 de Janeiro de 2018.

29 janeiro 2018

Confraria holandesa confirma presença no XVIII Capítulo da AMC/CGM

(foto de arquivo da "Nederlands Genootschap van Wijnvrienden")

A Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira já prepara a realização do seu XVIII Capítulo, segundo organizado pela atual direção e que se realizará de 27 a 30 de Abril de 2018, com eventos que terão lugar nos municípios de Câmara de Lobos, Funchal, Ribeira Brava e Porto Moniz.

No XVII Capítulo da AMC/CGM realizado em Abril de 2017, com eventos nos municípios de Machico, Calheta, Santana e Porto Moniz, estiveram presentes 35 confrarias sendo 17 estrangeiras.

Esperando ultrapassar o número de presenças de Confrarias de 2017 para o XVIII Capítulo, a Academia Madeirense/Confraria Gastronómica da Madeira já recebeu a confirmação de presença da "Nederlands Genootschapvan Wijnvrienden" (Holanda) e de outras confrarias nacionais e europeias.

Estreito de Câmara de Lobos, 29 de Janeiro de 2018. 


Imprensa 

> Jornal Económico: Academia Madeirense das Carnes organiza XVIII em Abril próximo

> JM-Madeira: Academia das Carnes organiza XVIII Capítulo em quatro municípios

28 janeiro 2018

Tradição do Panelo juntou famílias no Chão da Ribeira


A Festa do Panelo é uma das tradições mais antigas do Seixal e um convívio social vivido com grande expressão pelos residentes desta localidade a que se juntaram os forasteiros.


Trata-se de um convívio social vivido com grande expressão pelos residentes do Seixal. A iniciativa de cariz popular realiza-se no Chão da Ribeira, logo pela manhã no primeiro domingo após a realização das Festas de Santo Antão, altura em que as famílias se reúnem para preparar e degustar o “panelo”, um prato confecionado à base de legumes e enchidos, muito semelhante ao Cozido à Portuguesa.
Com tecnologia do Blogger.

 

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