22 outubro 2019

CEM esteve em Leiria no IX Capítulo da Confraria do Chícharo

A Confraria Enogastronómica da Madeira esteve presente no IX Capítulo da Confraria do Chícharo, que se realizou no dia 20 de Outubro, na Vila de Alvaiázere, no Distrito de Leiria.

Estreito de Câmara de Lobos, 21 de Outubro de 2019.





20 outubro 2019

Confraria madeirense foi a Montemor-o-Novo para o IX Capítulo da Confraria Gastronómica dos Enchidos

A Confraria Enogastronómica da Madeira marcou presença no IX Capítulo da Confraria Gastronómica dos Enchidos, que se realizou no dia 19 de Outubro, na cidade de Montemor-o-Novo, na região Alentejana.

Estreito de Câmara de Lobos, 20 de Outubro de 2019.






18 outubro 2019

Rei Jamshid e a origem do vinho

Curiosidades
Bebida teria surgido como “veneno”?


Segundo a mitologia persa – imortalizada no Shahnameh, o dito “Livro dos Reis”, escrito pelo poeta Abol - Ghasem Hassan ibn Ali Tusi, também conhecido como Ferdusi –, o rei Jamshid, o quarto a governar a terra, foi um governante singular. Sob seu reinado, a terra prosperou de forma nunca antes vista.

O Livro dos Reis foi escrito no século X pelo iraniano Ferdusi e narra a história e a mitologia do Irã, desde a “criação do mundo” até sua conquista pelos árabes no século VII. Diz-se que a obra monumental, com 62 histórias (990 capítulos) e 56.700 dísticos (estrofes de dois versos), levou cerca de 30 anos para ser produzida.

O livro é dividido em três eras: mítica, heroica e histórica, e aponta os feitos de 50 xás ou reis persas. Os primeiros relatos míticos falam da criação do mundo e do primeiro homem, Keyumars, passando pelo xá Jamshid. Acredita-se ainda que sua lenda tenha se unido à do herói Yima Xšaeta, descrito nos textos da Avesta, uma coleção de livros sagrados do zoroastrismo.


Lendas sobre o rei Jamshid, o quarto a governar a terra, foram imortalizadas no Shahnameh, o “Livro dos Reis”

Segundo a mitologia, Jamshid teria governado a terra por 300 anos. Ele não era um rei comum, tendo comando sobre todos os tipos de criaturas, inclusive anjos e demônios. Seu poder teria sido concedido por Ahura Mazda, deus do bem. Seu reinado teria sido tão bom e próspero que a população do mundo se multiplicou.

De acordo com as escrituras, Jamshid foi o maior monarca que o mundo já conheceu. Ele foi dotado com um esplendor radiante que queimava ao seu redor por favor divino. Diz-se que um dia ele se sentou em um trono repleto de joias, seus servos ergueram seu trono no ar e ele voou, sendo ovacionado por todos os povos do mundo. Este dia teria ficado gravado no calendário persa, celebrado como o Ano Novo, e ficou conhecido como Jamshed-i Nawroz.

Acredita-se ainda que o rei possuía uma taça repleta de elixir da imortalidade, que, além disso, possibilitava a ele observar todo o universo. Durante 300 anos de seu governo, as doenças não existiram e as pessoas viviam em completa paz e prosperidade. Diz-se que o sábio Jamshid teria sido responsável por diversas invenções e descobertas, desde armas, passando pela tecelagem e tingimento de roupas, construção civil, mineração, perfumaria, navegação e até mesmo o vinho.



Segundo a mitologia, diversas invenções, não apenas o vinho, foram atribuídas à sabedoria de Jamshid.

ENVENENAMENTO

De acordo com textos apócrifos, Jamshid foi quem descobriu como produzir vinho. Na verdade, não teria sido bem ele, mas uma mulher. Segundo a lenda, Jamshid, descontente com uma das mulheres de seu harém, decidiu bani-la. A moça desesperada, porém, resolveu que se suicidaria. Ela dirigiu-se então à despensa do palácio e encontrou uma jarra que estava assinalada como “veneno”. Ela continha restos de uvas que teoricamente haviam estragado –elas, contudo, só tinham fermentado. A mulher resolveu então ingerir aquele líquido acreditando que iria se matar. No entanto, descobriu que aquela bebida, na verdade, deixou-lhe mais animada.

Ela retornou ao rei e lhe contou sobre a bebida. O rei provou e ficou feliz, autorizando que ela voltasse a fazer parte de seu harém. Mais que isso, diz-se que ele teria ordenado que todas as uvas cultivadas na cidade de Persépolis fossem usadas na produção de vinho. E assim teria surgido essa bebida fermentada de uvas.

Outra versão da lenda diz que a mulher, na verdade, não teria sido banida pelo rei, mas sofreria de terríveis dores de cabeça, graças a uma enxaqueca fortíssima. Sua dor seria tão insuportável que ela decidiu tirar a própria vida ingerindo o tal “veneno” da despensa do palácio. Ela bebeu, caiu no sono e, ao acordar, viu-se revigorada e foi falar sobre a novidade para o rei.

ORGULHO

Assim como o vinho, diversas invenções e descobertas foram atribuídas ao altivo e poderoso, Jamshid. No entanto, também segundo a lenda, o rei se tornou orgulhoso, exigindo um tratamento de divindade. O povo, porém, passou a se rebelar e um de seus vassalos, Dahaka, resolveu declarar guerra contra ele, obrigando-o a fugir. Por fim, foi assassinado. Diz-se que, após isso, a civilização teria entrado em uma era de trevas.

Arnaldo Grizzo
Publicado em 20 de Outubro de 2018 às 15:00
Revista Adega - Uol.com.br

15 outubro 2019

CEM presente em Capítulo na Bélgica

A CEM esteve presente na Bélgica neste domingo, dia 13 de outubro de 2019, no XLVI Capítulo da Confraria Gastronómica e Vinícola "Ordre de Saint-Vincent de Jambes". Este Capítulo que contou com a presença de 37 confrarias, uma meia dúzia francesas e a representar Portugal a Confraria Enogastronómica da Madeira, sendo as restantes belgas.

As confrarias são pequenas "ilhas" na grande Aldeia Global, que por todos os motivos devem ser defendidas e apoiadas por todos aqueles que acham que a cultura de um povo deve ser preservada. Por infinitas vezes as confrarias comprovaram que não são grupos de pessoas "bem na vida" que se reúnem para comer, beber e falar da vida de outrem, mas sim para promoverem regiões, os seus costumes, hábitos e culturas embora sejam consideradas erroneamente no aspecto cultural "filhas de um Deus menor". 
As confrarias sejam elas gastronómicas, enófilas ou báquicas são elementos importantíssimos para a defesa da memória e cultura de um povo.

Lino de Jesus Dionisio
Estreito de Câmara de Lobos, 15 de Outubro de 2019








Presença da CEM no II Capítulo da Cofradia de la Necora de Noja


A Confraria Enogastronómica da Madeira confirmou a sua presença no II Capítulo da Cofradia de la Necora de Noja, que se realiza no dia 19 de Outubro, na vila de Noja na Comunidade Autónoma de Cantábria, Espanha.

Estreito de Câmara de Lobos, 15 de Outubro de 2019.


10 outubro 2019

São Vicente receberá o encontro enogastronómico de Outubro


A Confraria Enogastronómica da Madeira realiza o seu encontro enogastronómico do mês de Outubro, no dia 26, na Vila de São Vicente, na "Quinta do Barbosano". O evento tem o seu início às 12 horas, com uma visita à herdade e uma prova de 5 vinhos.

Estreito de Câmara de Lobos, 10 de Outubro de 2019.


Aproveite esta oportunidade para conhecer a Rota do Vinho







09 outubro 2019

Presença agendada na Bélgica a 13 de Outubro


A Confraria Enogastronómica da Madeira confirmou a sua presença no XLVI Capítulo da Ordre de l`Confrérie de Saint-Vincent de Jambes, que se realiza no dia 13 de Outubro, na cidade de Jambes, na região de Valônia - Bélgica.

Estreito de Câmara de Lobos, 9 de Outubro de 2019.

07 outubro 2019

CEM e Cofradia Gastronómica de la Sierra Sur de Jaén pretendem aprofundar relações de intercâmbio

A Direção da Confraria Enogastronómica da Madeira no dia 2 de Outubro recebeu na sua sede a visita de Juan Infante Martinez e de Domingo Molina, presidente e tesoureiro de "El Dornillo", Cofradia Gastronómica de la Sierra Sur de Jaén, Comunidade Autónoma de Andaluzia.

Neste encontro foi manifestado pelos responsáveis das duas confrarias o desejo de aprofundamento das relações de amizade e de intercâmbio existente entre as duas confrarias.

Estreito de Câmara de Lobos, 3 de Outubro de 2019.












06 outubro 2019

Presença madeirense no X Capítulo da Confraria Gastronómica e Báquica des Potes-au Feu

"Neste sábado, dia 5 de outubro de 2019, a Confraria Enogastronómica da Madeira esteve presente no X Capítulo da Confraria Gastronómica e Báquica des Potes-au Feu.
Foi precisamente em Vétroz, nesta localidade do cantão do Valais na Suíça, conhecida pelos seus vinhedos e o seu vinho "l'Amigne", com um solo à base de xisto e ao pé das montanhas, apenas no início das vindimas e já a neve veio na noite de 4 para 5 fazer uma visita nos picos mais altos, lembrando que se ainda estamos no Outono o Inverno não se encontra longe.
Esta confraria suíça foi fundada em 1963 e realiza um Capítulo de 2 em 2 anos, embora não tenha sido assim desde o início, razão pela qual com 56 anos é apenas o seu décimo Capítulo. Trata-se de uma confraria com grandes valores quer a nível nacional, quer a nível internacional, sendo membro activo da FICB - Federação Internacional das Confrarias Báquicas e que apoia também a CEM na sua candidatura à FICB.
Foi um lindo Capítulo neste dia de outono com a cerimónia de entronização ao ar livre e aberta ao público desta pequena localidade, seguido do banquete num restaurante muito simbólico na região, o Relais du Valais, terminando com um brinde com um Vinho produzido na Região Autónoma da Madeira.

De realçar os laços de amizade que nos une e que foram criados com as confrarias e convidados presentes, podendo contar desde já com a presença na Madeira de alguns membros desta e de outras confrarias presentes."

Lino de Jesus Dionisio


















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