11 setembro 2019

Presença agendada em Santa Maria da Feira no Capítulo da Confraria da Água


A Confraria Enogastronómica da Madeira agendou a sua presença no Capítulo da Confraria da Água - Associação de Provadores de Água de Portugal, que se irá realizar no dia 21 de Setembro no Município de Santa Maria da Feira.

Estreito de Câmara de Lobos, 11 de Setembro de 2019.

10 setembro 2019

A ideia era um projeto de vida para a reforma. O resultado foi um vinho premiado nos melhores concursos internacionais

O terreno que procuravam tinha um "problema", a vinha. Cinco anos depois, o problema transformou-se num produto premiado internacionalmente e que prova que da Madeira podem vir bons vinhos brancos.



Do vinho da Madeira, o relato mais comum é que regou a independência dos Estados Unidos, o que já não seria coisa pouca. Algumas referências incluem-no também como nota literária em obras como “Henrique IV” de Shakespeare e há quem se lhe refira como o “vinho da eternidade” devido ao seu prazo alargado de consumo.

E, em regra, este é “o” vinho da Madeira de que ouvimos falar e que vem nos livros da História.

A história que hoje aqui trazemos é outra. Tem pouco mais que um par de anos e, apenas partilha com a ancestral, o facto de ser sobre um vinho que surge por acidente. Falamos do Terra Bona, um vinho branco da Madeira, premiado com medalhas de bronze em dois dos concursos de vinhos mais prestigiados, o IWC e o Decanter, em Londres, e com uma pontuação de 90 pontos pelo conceituado crítico americano Robert Parker.

Tudo isto num vinho que não estava nos planos de Marco Noronha Jardim e de Maria João Rosa quando compraram a Quinta do Cardo, na freguesia da Boaventura, na Madeira. Aliás, o vinho – ou para sermos mais exatos, a vinha que existia no terreno da quinta, começou por ser um problema.

No relato direto: “Este projeto nasce de termos encontrado este terreno e nos apaixonarmos por ele. Ou melhor, eu apaixonei-me e a primeira coisa que fiz foi telefonar à Maria João a dizer ‘vi um terreno fantástico e tens de cá vir. Tem um problema, tem vinha’”, conta Marco Noronha Jardim.



Cinco anos depois, o “problema” transformou-se num vinho premiado, elogiado e que mudou o rumo da própria quinta adquirida para propósitos turísticos e agora adaptada a servir também uma vinha e um negócio suportado no vinho. O “projeto de reforma” dos dois bancários transformou-se assim numa aventura pelos vinhos que ainda agora está a começar.

Voltando ao início.
Era uma vez uma quinta, localizada em plena Floresta Laurissilva, património mundial, e que tinha lá plantada uma vinha abandonada com 22 anos em relação à qual os novos proprietários não sabiam bem o que fazer. De conversa em conversa, e tendo presente que queriam fazer do espaço um local privilegiado de agro-turismo, decidiram pedir ajuda e apoio para a recuperar. E em 2016 decidiram agarrar a vinha e produzir um vinho: “a nossa ideia era produzir algumas garrafas de vinho para vender no projeto turístico”.

Contrataram ajuda profissional, recuperaram a vinha e introduziram um conjunto de atividades “tendencialmemte biológicas” e com respeito pelo meio ambiente. O que é que isso significa? Basicamente “não deitamos remédios nem herbicidas” e “o terreno está ¾ do ano em biológico e entre abril e agosto é que há um conjunto de tratamentos com produtos fitossanitários”. Daqui resulta que sejam “o primeiro produtor de vinho com as vinhas licenciadas em produção integrada”.

Mas não percamos de vista o vinho. Em 2016, Marco e Maria João têm então o seu primeiro vinho. Tecnicamente um produto da casta Arnsburger através de um cruzamento com origem na casta Riesling. Para leigos, a casta alemã Arnsburger é muito semelhante aos ditos Rieslings, castas da Alsácia francesa de onde resultam vinhos muito aromáticos – e já bem conhecidos mundo fora.

“A nossa ideia era que o vinho fosse bebível, com toda a franqueza”

“Nós fizemos um vinho com o que tínhamos, introduzimos 10% de verdelho de umas vinhas de uma tia da Maria João”, conta Marco, “a nossa ideia era que o vinho fosse bebível, com toda a franqueza”.

De bebível, o vinho – branco - da vinha abandonada passou a coqueluche junto a amigos e pessoas a quem iam dando a provar. Mas, na dúvida – seria gentileza? – Marco e Maria João decidiram “avaliar ao mais alto nível” aquilo que “toda a gente dizia que era maravilhoso”. E é aí que surgem os concursos de vinho em Londres e a avaliação de Robert Parker. Foi a prova que o vinho era, de facto, bom, e também que “na Madeira podem fazer-se bons vinhos brancos”.

A partir daí o projeto transformou-se. As unidades turísticas, cuja construção se deverá iniciar entre novembro deste ano e janeiro de 2020, reduziram-se de seis para cinco para preservar ao máximo as vinhas existentes e os proprietários da Quinta do Cardo decidiram criar uma micro-adega para produção de três vinhos distintos, 1500 garrafas não mais. “Pequenas produções, pequenos lotes de outros vinhos com parcerias de outros produtores da região”, dizem.

Nestes três anos, os dois bancários que procuravam um projeto de vida alternativo, aprenderam também muito sobre a vinha e o vinho. “Nós acreditamos é que é possível fazer excelentes vinhos na Madeira e que é preciso ter o controlo da produção da uva”, afirmam. Este ano, os dois selecionaram uvas bago a bago, tiraram todos os bagos estragados de todos os cachos. No dia seguinte começaram a vindima às 5 da manhã para evitar maturação da uva depois de apanhada e antes de entrar na adega. Assim, dizem, “toda a uva que entra na adega é uva boa e isso tem um impacto brutal no produto final”.



O projeto turístico também mudou – será turismo mas ligado à vinha, batizado em conformidade como Terra Bona Nature & Wine. Mas tudo se manterá pequeno, quase artesanal. “Temos como compromisso ter um terço da produção para o mercado de Lisboa e Porto, um terço para mercado regional e um terço para nós”.

Nasceu assim o ‘Terra Bona’ Family Harvest, uam história improvável de um vinho branco da Madeira.
Uma vinha pequena, uma uva escolhida à mão. “É assim que é e não vai mudar”, dizem os donos.

Fonte: Sapo.pt 

Encontro enogastronómico a 28 de Setembro na 'Casa Velha'


O encontro cultural e engastronómico de Setembro da Confraria Enogastronómica da Madeira realiza-se no dia 28 na "Casa Velha", propriedade agrícola do confrade e vice-presidente da Direção,  Carlos Soares. O encontro terá o seu início por volta das 12 horas.

Estreito de Câmara de Lobos, 10 de Setembro de 2019.

09 setembro 2019

Vinho Caracol terá edição especial comemorativa dos 600 Anos


O Instituto do Vinho, do Bordado e do Artesanato da Madeira (IVBAM) em parceria com a Direcção Regional para a Administração Pública do Porto Santo (DRAPS) irá proceder, amanhã (10 de Setembro), ao lançamento oficial do Vinho Caracol - edição especial comemorativa dos 600 anos.

O Vinho Caracol é um vinho branco DOP ‘Madeirense’, da casta Caracol, tradicionalmente plantada na Ilha do Porto Santo. “Esta edição especial visa revelar a importância e potencialidade desta casta e promover o saber, a história, a tradição e a herança cultural do Porto Santo, onde a cultura da vinha também está ligada ao seu povoamento e apresenta características próprias”, realça uma nota da Secretaria Regional da Agricultura e Pescas.

Este vinho, vinificado na Adega de São Vicente, sob a enologia do seu enólogo residente, João Pedro Machado, “reflecte as potencialidades da Ilha Dourada, apresenta aromas delicados onde a mineralidade é evidente em harmonia com as notas de carácter cítrico e tropical”, destaca ainda a mesma nota.

Esta acção de lançamento é cofinanciada em 85% por fundos comunitários, veiculados pelo Programa Madeira 14-20, sendo o restante montante suportado pelo orçamento regional.

A apresentação decorre, pelas 18 horas desta terça-feira, na sede da DRAPS, e contará com a presença do presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque.

Presença em Vila Nova de Poiares no XVIII Capítulo da Confraria da Chanfana


A Confraria Engastronómica da Madeira marcou presença no XVIII Capítulo da Confraria da Chanfana, que se realizou a 8 de Setembro, no Município de Vila Nova de Poiares, Coimbra.

Estreito de Câmara de Lobos, 9 de Setembro de 2019.


Presença da CEM no XVIII Capitulo da Confrérie du Sanatus Singularis Porcus Porcelerattum

"Foi mais um grande Capítulo em França, mais precisamente na pequena localidade de Porcelette, no Departamento da Moselle, na região administrativa "du Grand Est".

Depois de cerimonia de entronização, veio o momento do concerto aperitivo, seguindo o momento mais oficial, a apresentação das Confrarias ao público. Seguiram-se algumas palavras do Sr. Presidente da Câmara e do Sr. Presidente das Confrarias Gastronómicas "du Grand Est", que realçaram a importância destes momentos de intercâmbio entre regiões na defesa dos seus produtos e das suas tradições, entre outros. Foi notada, uma vez mais, a presença da Confraria Enogastronómica da Madeira vinda de tão longe e como ja é habitual a única confraria não francófona. Neste capítulo estiveram presentes 26 confrarias, 3 belgas, a Confraria Enogastronómica da Madeira e as restantes francesas."

Lino Dionisio

Estreito de Câmara de Lobos, 9 de Setembro de 2019.












07 setembro 2019

Mais de 850 figurantes no cortejo da Festa das Vindimas


Entre os dias 6 a 8 de setembro, terá lugar na freguesia do Estreito de Câmara de Lobos a XLII edição da Festa das Vindimas, uma iniciativa promovida pela Junta de Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos e a ACRE – Associação Cultural e Recreativa do Estreito com o apoio da Câmara Municipal de Câmara de Lobos, Secretaria Regional da Economia, Turismo e Cultura, Secretaria da Agricultura e Pesca, IVBAM, entre outros.

A Festa das Vindimas irá apresentar um programa de atividades culturais, gastronómicas e etnográficas no universo da vitivinicultura através do qual é pretendido alavancar a notoriedade e o prestígio da freguesia e dos vinhos ali produzidos, com destaque para a apanha da uva ao vivo e pisa e repisa em lagar típico da época, com o cortejo etnográfico a contar com mais de duas dezenas de grupos com um total a rondar os 850 elementos.

Remonta a 1963 a realização da primeira edição da Festa das Vindimas do Estreito de Câmara de Lobos, o mais antigo certame de promoção do Vinho Madeira, evento que, à data, despertou grande sucesso com o Cortejo da Vindima, a repisa de uvas ao vivo e provas de vinho, exposição de utensílios da produção vinícola muita animação, foguetes e iluminações.

Volvido meio século, a Junta de Freguesia do Estreito de Câmara de Lobos pretende reivindicar o destaque original das Festas da Vindima e posicionar o certame com lugar de relevo no cartaz da promoção turística da Madeira. O Estreito de Câmara de Lobos é o principal centro produtor de vinho da Madeira e repositório de um património vitícola inestimável, qualidades que potenciam o território e o evento, como centro do enoturismo na Madeira, especificidade que levou a autarquia de Câmara de Lobos a efetuar, no ano de 2014, o registo da marca “Estreito de Câmara de Lobos, Terra de Vinho”.

Atualmente o concelho de Câmara de Lobos é o principal concelho vitícola com cerca de 125 hectares, seguindo-se São Vicente com 122 e Santana com 82 (total da região: 400 hectares). É também em Câmara de Lobos que labora o maior número de produtores (660), totalizando 50% dos produtores de uvas da Região Autónoma da Madeira.

Entre 6 a 8 de setembro, a Festa das Vindimas irá apresentar um programa de atividades culturais, gastronómicas e etnográficas no universo da vitivinicultura através do qual é pretendido alavancar a notoriedade e o prestígio da freguesia e dos vinhos ali produzidos, com destaque para a apanha da uva ao vivo e pisa e repisa em lagar típico da época, com o cortejo etnográfico a contar com mais de duas dezenas de grupos com um total a rondar os 850 elementos.

Fonte: JM-Madeira

Albuquerque junta-se aos figurantes do Cortejo


Miguel Abuquerque já ‘baila’ no Cortejo Etnográfico da Festa das Vindimas.


O presidente do Governo Regional participa, este sábado, no tradicional desfile, no Estreito de Câmara de Lobos, um dos momentos altos da Festa do Vinho Madeira.

O Cortejo Etnográfico atravessa as ruas circundantes ao centro da freguesia, mantendo-se o itinerário do ano passado: sai da Rua António Vitorino Castro Jorge e passa depois pelas Ruas Capitão Armando Pinto Correia, do Damasqueiro, Cónego Agostinho Figueira Faria, da Igreja e João Augusto de Ornelas, onde está instalado um lagar para a pisa da uva (de participação livre).

As festividades tiveram início pelas 10 horas, com a apanha da uva, em frente à Quinta da Pinheira, com a participação de muitos turistas e residentes.

Fonte: Diário de Notícias da Madeira






06 setembro 2019

CEM agenda presença na Covilhã

A Confraria Enogastronómica da Madeira agendou a sua presença no IX Capítulo da "Confraria da Pastinaca (Cherovia) e do Pastel de Molho da Covilhã", que se realiza nos dias 21 e 22 de Setembro na cidade da Covilhã, Distrito de Castelo Branco.

Estreito de Câmara de Lobos, 6 de Setembro de 2019.


04 setembro 2019

A descasca e a desfolha

Artigo de opinião por Gil Rosa.

A vida no campo é tramada.
Tramada pela dureza das tarefas e por vezes enfadonha.
Hoje vou descrever duas das actividades que recordo - agora com agrado - dos tempos de infância: a desfolha do milho e a operação de descascar feijão seco.
Começo por esse produto que é marca de Santana.
O milho quando está em maçaroca é bom para comer de várias maneiras: cozido ou assado.
Quem não aprecia uma bela maçaroca de Santana, cozida e barrada com manteiga, ou então, assada na brasa, salpicada com sal grosso e barrada com manteiga, ou até mesmo, numa sopa com carne de porco salgada, feijão, couve e massa grossa.
Depois quando seca, é preciso apanhá-lo, desfolhá-lo, secá-lo, “esbangar“ e voltar a secar antes de o moer.
Tudo começa na fazenda.
Apanhava-mos as maçarocas que eram colocadas em sacas de lona ou cestos de vindima e transportado para um quarto lá da casa.
Eram colocadas de forma amontoada. Depois, normalmente ao final do dia, os vizinhos, familiares e amigos juntavam-se para a desfolha.
A malta sentava-se à volta numa espécie de roda… uns tiravam a folha outros juntavam as maçarocas descascadas e amarravam-nas em “pinhas”.
No dia seguinte este monte de “pinhas” tinha de ser colocado ao sol. E tudo servia. As cumeeiras da casa, árvores e havia até quem construísse uma estrutura denominada de “gastalho”.
O milho ficava aí um certo tempo. Posteriormente vinha a operação de separar os grãos. Nesse tempo já havia uma pequena máquina, mas muita da operação era feita à mão, maçaroca a maçaroca.
O “esbangar” o milho - como lhe chamavam -consistia em separar o grão do carrilho. Em abono da verdade não era tarefa fácil retirar os grãos de forma manual, para além de ser um trabalho demorado era também um bocado difícil e, quando era feito durante períodos longos, provocava bolhas nas mãos. Era duro e cansativo.
Os montes de grão, tinham de voltar novamente ao sol. Todos os espaços eram aproveitados. Recordo-me da minha mãe usar cobertas das camas e mais tarde grandes pedaços de plástico que eram estendidos no terraço, nos terreiros e até na estrada. Quando era na estrada e por vezes quando vinha algum carro, lá tinha de ir alguém a correr afastar o milho para a viatura passar.
Este processo era repetido várias vezes até ficar no ponto. Pelo meio ainda era peneirado ao vento.
Já bem seco era guardado dentro de caixas de madeira de grande porte para ser levado ao moinho ao longo do ano.
Com o feijão o processo era muito parecido.
Também quando ficava seco, tinha de ser descascado, para utilizar na comida ou para ficar para semente para ser plantado novamente.
Apesar de todo o esforço, recordo que a desfolha ou a descasca eram feitas em ambiente de boa disposição, onde não faltavam as anedotas, histórias e até havia quem cantarolasse.
Para alegrar mais o ambiente lá de vez em quando circulava um copo de vinho, vindo diretamente da pipa. Durante a desfolha do milho havia sempre quem encontrasse uma maçaroca de milho vermelho. Chamavam-lhe milho rei. Era uma festa.

Fonte: JM-Madeira

03 setembro 2019

Confraria com agenda cheia para Setembro


A Confraria Enogastronómica da Madeira divulgou hoje a sua agenda para o mês de Setembro, mês este em que a gastronomia regional estará representada na Suíça e na França.

Já no próximo fim-de-semana, mais concretamente dia 8 de Setembro, a Confraria marcará presença no XVIII Capítulo da ‘Confrérie du Senatus Singularis Porcus Porcelerattum’, que se realiza na localidade francesa de Porcelette.

No fim-de-semana seguinte (14 e 15 de Setembro), os confrades irão participar na Festa das Vindimas de Russin e no 25° Capítulo de ‘la Fête des Vendanges de Russin’, bem como no 65.° aniversário da Academia do Cep de Genève.

Já no dia 21 de Setembro (sábado), a Confraria desloca-se a Montreux (também na Suíça), onde marcarão presença no 24° Capítulo da ‘Confrérie Vaudoise des Chevaliers du Bon Pain’, integrado na ‘Semaine du Goût’ e ‘Montreux Ville du Goût’.

No domingo, dia 22, o confrade Lino de Jesus Dionisio participará, a título pessoal e a convite da Câmara local, num evento que pretende reunir representantes de várias regiões Suíças e estrangeiras, levando a nossa espetada, o bolo do caco e a poncha.

Fundada a 30 de Abril de 2000 e filiada na Federação Nacional das Confrarias da Gastronomia Portuguesa, inicialmente como Academia e, mais tarde como Confraria Gastronómica, a Confraria Enogastronómica da Madeira tem como propósito de defender os pratos típicos da gastronomia madeirense, em Portugal e no estrangeiro.


Na Imprensa:

> Diário de Notícias da Madeira: Confraria com agenda cheia para Setembro

CEM marca presença em França no XVIII Capítulo da "Confrérie du Senatus Singularis Porcus Porcelerattum"

A Confraria Enogastronómica da Madeira estará presente no dia 8 de Setembro no XVIII Capítulo da "Confrérie du Senatus Singularis Porcus Porcelerattum", que se realiza na localidade de Porcelette, na Região Administrativa do Grand Est (França).

Estreito de Câmara de Lobos, 3 de Setembro de 2019. 


CEM leva produtos regionais ao XXIV Capítulo da "Confrérie Vaudoise des Chevaliers du Bon Pain"

A Confraria Enogastronómica da Madeira irá participar no XXIV Capítulo da "Confrérie Vaudoise des Chevaliers du Bon Pain", que se realizará no dia 21 de Setembro incorporado na "Semaine du Goût" e "Montreux Ville du Goût", onde irá participar no Cortejo e no "Chemin de l`amitié" apresentando um produto da nossa região aos novos entronizados e entidades presentes.

Estreito de Câmara de Lobos, 3 de Setembro de 2019.


Vila Nova de Poiares recebe CEM a 8 de Setembro

A Confraria Enogastronómica da Madeira agendou a sua presença no XVIII Capítulo da Confraria da Chanfana, que se realiza no dia 8 de Setembro, no Município de Vila Nova de Poiares, Distrito de Coimbra.

Estreito de Câmara de Lobos, 3 de Setembro de 2019.


01 setembro 2019

CEM participou no VII Capítulo da "Confraria do Presunto e da Cebola do Tâmega e Sousa"

A Confraria Enogastronómica da Madeira participou no VII Capítulo da "Confraria do Presunto e da Cebola do Tâmega e Sousa" que se realizou A 31 de Agosto na cidade Penafiel, localizada na sub-região do Tâmega e Sousa, Distrito do Porto.

Estreito de Câmara Lobos, 1 de Setembro de 2019.







Na Imprensa:







31 agosto 2019

Encontro com austríaco Peter Werner em Câmara de Lobos

No dia 30 de Agosto realizou-se no Restaurante "Vila do Peixe", na cidade de Câmara de Lobos, um jantar onde estiveram presentes Gregório Freitas, ex-presidente da Confraria Enogastronómica da Madeira, Márcio Ribeiro, Secretário-geral da Direção da confraria madeirense, Peter Werner, membro da Osterreichische Weinbruderschaft (Salzburg), e sua esposa Elisabette.

O XX Capítulo da Confraria Enogastronómica da Madeira, a vinda de uma delegação da Osterreichische Weinbruderschaft à Madeira em 2020 e outros assuntos foram motivos de conversa.

Estreito de Câmara de Lobos, 31 de Agosto de 2019.






27 agosto 2019

CEM participou no V Capítulo da Real Confraria Gastronómica das Cebolas

A Confraria Enogastronómica da Madeira participou no V Capítulo da Real Confraria Gastronómica das Cebolas.

"Estamos sem palavras! Um bem-haja a todos que nos visitaram no passado dia 25 de Agosto de 2019 para a Cerimónia de Entronização do nosso V Capítulo!

Muito obrigado à Confraria dos Sabores da Abóbora de Vagos, Confraria das Almas Santas da Areosa e do Leitão da Aguada, Confraria dos Rojões da Bairrada com Grelo e Batata à Racha, Confraria dos Amigos do Negalho e da Freguesia de Almalaguês, Confraria O Galo de Barcelos,
Confraria da Vitela Assada à Moda de Fafe, Confraria Gastronómica "O Moliceiro" da Murtosa, Cofradia dos Vinos Rias Baixas, Confraria do Presunto e da Cebola do Tamega e Sousa, Confraria dos Aromas e Sabores Gandareses da Tocha, Confraria dos Amigos da Geropiga de Moinhos e Arredores, Confraria do Granito de Marco de Canaveses, Confraria Gastronómica do Cabrito e da Serra do Caramulo, Confraria da Chanfana de Vila Nova de Poiares, Confraria dos Rojões de Válega, Cofradia de Los Platos de Oro de RadioTurismo, Confraria Gastronómica de Lamego, Real Confraria do Maranho de Pampilhosa da Serra, Confraria do Pão, da Regueifa e do Biscoito de Valongo, Confraria da Lampreia de Entre-Os-Rios, Confraria Sabores do Botaréu de Águeda, Confraria da Pastinaca (Cherovia) e do Pastel de Molho da Covilhã, Confraria da Foda de Pias Monção, Confraria Gastronómica As Sainhas de Vagos, Confraria Enogastronómica da Madeira, Confraria Gastronómica do Frango do Campo de Oliveira de Frades, Cofradia Luso-Galaica, Confraria Gastronómica dos Aromas e Sabores Raianos de Almeida, Confraria dos Gastrónomos dos Açores,
Confraria do Anho Assado com Arroz de Forno Marco de Canaveses, Confraria do Vinho Verde, Confraria das Papas de S. Miguel de Oliveira de Azeméis, Confraria da Maça Portuguesa de Moimenta da Beira, Confraria do Bazulaque de Magneto de Lousada, Confraria dos Sabores de Coimbra, Confraria Ovelhã da Guarda, Confraria Gastronómica de Ovar, Confraria dos Sabores Poveiros, Confraria da Caldeirada e do Camarão de Espinho, Academia Gastronómica e Cultural da Caça de Viseu, Confraria Gastronómica dos Rojões e Papas de Sarrabulho de
Baguim do Monte, Confraria de Chaves, Confraria do Chícharo de Alvaiázere, Confraria Gastronómica do Cabrito Estonado de Oleiros, Real Confraria do Vinho Verde Tinto d-Viana do Castelo, CASAZ Confraria do Arroz e Sabores de Azeméis, Confraria dos Gastrónomos do Algarve,
Confraria do Vinho de Lamas, Confraria Gastronómica da Raça Arouquesa, Confraria da Pedra da Madalena e Confraria do Mar!

Fizemos o nosso melhor para que a Vossa visita fosse memorável! Até para o ano!"

26 agosto 2019

CEM presente na II Mostra Agropecuária do Porto Santo


A Confraria Enogastronómica da Madeira esteve presente na II Mostra Agropecuária do Porto Santo, de 22 a 24 de Agosto no Campo Experimental do Farrobo.




O verdadeiro espírito confradico, unir para melhorar e divulgar ao máximo aquilo que de melhor as nossas terra têm. Bem haja a Confraria do Chícharo pela amizade e partilha da sua sabedoria.












Na Imprensa: 

No segundo dia de actividades na II mostra de Agropecuária do Porto Santo, esta sexta-feira, o prato ‘forte’ é o Chícharo, uma leguminosa muito plantada na ilha dourada antigamente, mas que acabou por cair em desuso. Há cerca de dois anos, as entidades locais decidiram investir novamente no produto.

Trata-se de um evento que tem por objectivo “a promoção dos produtos produzidos na ilha, nomeadamente, hortofrutícolas, assim como os seus derivados, para além da exposição de animais de várias espécies das explorações locais e da Estação Zootécnica da Madeira”, explica nota da organização.


"O Porto Santo quer potenciar a venda dos produtos através de uma marca própria. A estratégia de marketing pretende garantir a autenticidade e qualidade do que é produzido na ilha. O Porto Santo recebeu durante três dias a segunda edição da feira agropecuária."
Com tecnologia do Blogger.

 

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