17 julho 2021

RTP-Madeira promove programa televisivo "Gastronomia Local"



Um percurso pelos 11 concelhos da ilha da Madeira à volta de um prato típico de cada localidade.
A confecção de uma iguaria desde a escolha dos produtos da terra até à cozinha e depois ao prato. Pelo meio, uma viagem por produtos emblemáticos e característicos de cada município.




16 julho 2021

Programa '7 Maravilhas da Nova Gastronomia' da RTP

10 Anos depois da emblemática eleição das 7 Maravilhas da Gastronomia onde honrámos a tradição do nosso receituário, Portugal mudou, e fez evoluir a sua Gastronomia baseada na nossa tradição culinária e na riqueza e frescura dos produtos dos nossos territórios. Em 2021, vamos eleger as 7 Maravilhas da Nova Gastronomia. Um programa transmitido pelo canal televisivo RTP.




08 julho 2021

Um “monstro” delicioso das profundezas da Madeira – O nosso Peixe-Espada Preto

Já alguma vez entraram num restaurante local na Ilha da Madeira onde não viram na ementa Peixe-espada Preto com banana?



Claro que não! A espada preta é um dos pilares da cozinha madeirense e já o é há séculos. Porém, aconselhamos que o prove antes de vê-lo nas mesas de mármore do movimentado Mercado dos Lavradores. É possivelmente a criatura mais feia que já viram: com seu corpo comprido em forma de enguia negra, seus enormes olhos de mármore e suas fileiras de dentes afiados como navalhas numa boca gigantesca. Nada apetitoso! Terão prestado atenção nas aulas de ciências na escola e lembram-se que aqueles olhos enormes são um indicador da profundidade onde vive este predador: no caso das águas à volta da Ilha da Madeira, algo entre os 600 e os 1600 metros de profundidade.



E como é que os pescadores descobriram que havia um tesouro delicioso tão fundo no oceano?

Não podemos esquecer que a Ilha da Madeira é o topo de uma montanha marítima de 6km de altura e que apenas cerca de 1862 metros estão acima do nível do mar. Portanto, o mar fica muito fundo muito rápido à medida que nos afastamos da costa.

As pessoas pescam para subsistir na Madeira desde o início da colonização, há 600 anos. Uma das principais capturas comercialmente importantes era o atum, e para capturar esses príncipes dos mares era necessário ter um bom isco. O melhor é a lula e, para apanhá-la, os barcos saem à noite e acendem luzes fortes para atraí-las. Contudo, há séculos, antes da invenção da eletricidade, os pescadores precisavam de combustível para acender as suas tochas, e o mais facilmente disponível era o óleo de peixe, nomeadamente de Peixe de Azeite, de tubarão e de esqualo. Isso também era usado para iluminar as casas … não exatamente uma cheirosa vela de aromaterapia!

Ora, foi um dos pescadores que se especializou em Peixe de Azeite que encontrou a necessidade de ir cada vez mais fundo para os encontrar, que numa noite de 1839 arrancou das profundezas uma criatura muito diferente: o bicho comprido e dentuço assustou-o, por isso levou-o a um conhecido naturalista que vivia na Ilha da Madeira na altura: Richard Thomas Lowe. Este último nasceu em 1802 e se formou em Cambridge em 1825, ingressando imediatamente no clero. Tornou-se capelão da Igreja Inglesa na Madeira em 1832 e a maior parte do seu tempo livre era dedicado à descoberta, classificação e preservação da flora e fauna madeirenses. E foi o reverendo Lowe que deu àquele longo peixe negro até então desconhecido o seu nome científico: Aphanopus carbo, uma clara referência à sua aparência – aphanopus, com pés invisíveis, pois as suas barbatanas pélvicas não são visíveis, e carbo, do grego, preto. Esse espécime ainda existe hoje porque foi preservado e está em exibição no British Museum em Londres.

Rapidamente os pescadores começaram a pescar espada e a melhorar as formas de o fazer. Ainda hoje o método é muito rudimentar: um aparelho com várias linhas compridas com vários ganchos nas pontas. Hoje em dia a recuperação das linhas é feita com motores, mas imaginem o trabalho árduo que costumava ser puxá-las manualmente: quase 1000m de linha! A partir de entrevistas com pescadores nos anos 70, podemos descobrir um fato interessante: que a primeira parte de puxar as linhas era mais difícil porque com a diminuição da pressão à medida que os peixes subiam, fazia inchar a sua bexiga natatória e eles flutuavam naturalmente até a superfície. A diferença de pressão, na maioria das vezes, matava os peixes, mas há relatos de alguns deles a abrir e a fechar as grandes mandíbulas ao chegarem à superfície, acabando com o mito urbano de que ninguém jamais viu uma espada viva. Certamente, ainda não há nenhum vídeo ou registro fotográfico desses longos e esbugalhados seres!



O principal centro de pesca da espada na Ilha da Madeira é Câmara de Lobos, a vila piscatória que Winston Churchill achou tão pitoresca que a pintou. Aqui ainda se encontram os barcos coloridos prostrados como lobos marinhos ao sol na praia de calhau, os pescadores a consertar o seu equipamento e peixe a secar ao sol. Antigamente, teriam visto crianças a ajudar a esticar e entrelaçar as linhas, pois elas costumavam ser feitas de cânhamo, não de nylon. O processo de cura do cânhamo era complexo e envolvia deixá-lo numa pasta feita com o nosso Ensaião (uma suculenta local que cresce nas rochas) que fermentava e adicionava resistência às linhas de cânhamo.



A isca preferida é a pota limão (Ommastrephes pteropus), embora outros cefalópodes ou peixes pequenos possam ser usados nas linhas que são baixadas para entre 600 e os 1000 metros, onde a espada sobe para se alimentar todas as noites. Na Madeira muitas vezes se vê uma linha de luzes à noite no horizonte, brincamos que é a nossa auto-estrada para o continente, mas é na realidade a frota de barcos de pesca que sai à caça de lulas com as suas poderosas luzes sedutoras.

Uma nota adicional sobre a importância deste peixe é que graças à amizade que cresceu entre os homens que limpavam a espada no mercado, e o cientista alemão Gunther Maul, que foi diretor do Museu de História Natural do Funchal durante décadas, foram descobertas pelo menos duas dúzias de novas espécies de peixes de profundidade nos anos 40 e 50. Os homens guardavam para o cientista tudo o que encontrassem no intestino da espada, uma predadora voraz, dando-lhe assim acesso a um mundo que não era conhecido pela ciência e ainda inacessível à tecnologia na época.

Inicialmente pensava-se que o peixe-espada preto era exclusivo da Madeira, mas agora sabemos que está presente em três oceanos diferentes, mas em nenhum lugar com tanta abundância e tão imerso na cultura como na Ilha da Madeira.



Hoje em dia, este peixe ainda ocupa um lugar muito especial nas nossas dietas, visto que aparece em muitos dos nossos pratos locais. Já falamos da espada com banana frita. Muitos de vós perguntarão como é que esta combinação improvável surgiu, mas a verdade é que não sabemos. Pode ter sido um chef local que teve uma boa ideia e a ideia propagou-se, ou pode ser uma influência da América do Sul de ter plátano a acompanhar o prato principal … ou uma combinação de ambos? A contribuição moderna é a adição de maracujá, o que parece lógico já que a acidez da fruta corta o sabor frito do peixe que muitas vezes é frito com um polme. Outro favorito é a comida de ressaca: nada sabe melhor depois de dançar a noite toda do que um papo-seco crocante e fresco com um filete de espada e um pouco de alface e tomate. Ou outra opção no prato enganador chamado Espada Camarão, onde o peixe é cortado em tiras finas, passado no polme e depois se enrola na forma de camarão quando é frito. A sua carne leve e delicada é perfeita para soufflé de peixe, as suas cabeças fazem uma sopa deliciosa e as ovas podem ser fritas e são o melhor acompanhamento para uma cerveja gelada ao final do dia. Um pouco como é o bacalhau em Portugal continental, onde dizem que existem 1000 formas de o preparar, assim é a espada na Madeira!



Bom proveito, seja qual for a maneira que experimentem primeiro, garantimos que vão prová-la novamente!

Descubra alguns restaurantes onde poderá encontrar este peixe delicioso, o nosso fantástico peixe-espada, aqui.

NB: Pode surgir alguma confusão devido à proximidade da palavra espada com a palavra espetada. Ambas são especialidades locais onipresentes nos cardápios: Espada é o peixe-espada preto e Espetada é basicamente alguma coisa no espeto, mas geralmente significa pedaços de carne de vaca temperada com sal e louro grelhados no espeto sobre as brasas. No entanto, podem comer outros tipos de espetada: frango, marisco e, ocasionalmente, até adivinhou: Espetada de espada! 

04 julho 2021

Uvas, a melancia e melão ameaçadas (vídeo)

As uvas, a melancia e o melão do Porto Santo podem estar em vias de desaparecer. Os agricultores que se dedicam a estes produtos já são poucos e há poucos jovens a querer abraçar este trabalho. A RTP encontrou duas gerações de produtores na ilha, separados por 30 anos, mas com o mesmo amor à terra.


Fonte: Telejornal Madeira, edição de 4 Julho 2021

Terras do Avô premiado (vídeo)

Um espumante regional mereceu medalha de prata num concurso mundial. Uma produção de 2015 Terras do Avô da casta verdelho.


Fonte: Telejornal da RTP-Madeira, edição de 4 de Julho.

01 julho 2021

Peixe-espada, espetada, lapas e bolo do caco: Os Sabores da Madeira

 A Madeira não é só conhecida pelas suas belezas naturais. Há também a gastronomia. Peixe-espada, espetada, lapas e bolo do cacos são alguns dos melhores pratos da região.


Fonte: Jornal da UMA da TVI, 1 de Julho de 2021.

Quatro vinhos produzidos na Madeira premiados a nível internacional

Três generosos e um espumante trazem para a Região quatro medalhas, uma das quais é de ouro.


A Madeira não fez má figura na 28.ª edição do Concurso Mundial de Bruxelas, competição internacional em que cerca de 10.000 vinhos foram colocados à prova e, naturalmente, avaliados por um painel de peritos altamente especializados.

O evento, que decorreu entre os dias 18 e 26 de Junho, no Luxemburgo, premiou quatro vinhos produzidos na nossa Região. Três generosos e ainda um espumante da Terras do Avô trazem na bagagem quatro medalhas.

O galardão de ouro foi atribuído a um Vinho Madeira da Henriques & Henriques. O generoso de uma só casta (Boal) envelheceu em canteiro por um período mínimo de cinco anos e data de 2000. A empresa fundada em 1850 dá nota de prova.

"Vinho ouro escuro com nuances esverdeadas. Aroma complexo e evoluído de intensidade pronunciada a frutos secos, nomeadamente passas e nozes, mas também mel e baunilha.
Meio doce, corpo médio, sabor complexo e intenso a caramelo e frutos secos. Vinho com toque de madeira velha e um longo fim de boca. "


Além da insígnia dourada, a Henriques & Henriques coloca também na sua estante mais uma medalha, desta vez de prata, graças ao seu Verdelho de 15 anos.

Ainda no lote dos Vinhos Madeira, destaque igualmente para outra medalha de prata conquistada pela Justino's graças à produção do Contemporal Madeira Doce, feito a partir de Tinta Negra Mole, e distribuído para uma grande cadeia de supermercados a nível nacional, propriedade da SONAE.

Quem também tem motivos para festejar é Duarte Caldeira (o avô) e a sua família. É que o espumante Terras do Avô 'Filipa' também conquistou uma medalha de prata em Bruxelas.

Foi a própria filha de Duarte Caldeira, neste caso Sofia Caldeira, que lançou a novidade nas redes sociais. Aliás, o 'anterior' espumante Terras do Avô, neste caso o 'SoCa', também conquistou diversos prémios nacionais e internacionais na altura em que foi lançado.

27 junho 2021

Melhor Indicação Geográfica Protegida (Vinho Regional)

"O oceano Atlântico foi descoberto pelos Portugueses: as cartas de marear, o clima fresco, misterioso e húmido, as marés vivas e as correntes dos novos mundos, o cheiro salino e as suas ilhas maiores fazem parte de um alfabeto marinho criado pelos nossos antepassados. Entre os países vinhateiros (Portugal, Espanha, França e África do Sul) que produzem uvas em habitat atlântico oriental, Portugal domina a produção de vinhos de maresia com a proposta única dos Vinhos Verdes, leves, frisantes e de extrema frescura tão grata na mesa de peixe, marisco e pequenas frituras. Também os vinhos da Bairrada têm uma longevidade elegante que, desde sempre, os posicionou como de grande guarda e acerto nas mesas mais exigentes. Na região de Lisboa nasceu uma das castas brancas mais emblemáticas de Portugal – Arinto – e as suas demarcações prestigiadas, como Carcavelos, Colares ou Bucelas, ainda foram antecedidas pela presença de barricas com a designação de Lisbon nos cenários da revolução americana e nas mais exigentes praças britânicas ao serviço de Sua Majestade. Portugal é dominador mundial na área de vinha de montanha: só no Douro são mais de 20.000 hectares. Vinhos equilibrados e longevos, de grande mineralidade, chegam das regiões transmontana, duriense e das terras do Dão e da Beira. O Sul tem o volume e a maciez tão do agrado dos consumidores. Fragrantes, sucrosos, os vinhos do Tejo, Alentejo, Península de Setúbal e Algarve bebem-se sozinhos porque mesmo assim dão muito prazer. Das ilhas vem a frescura, mas também a pequenez de vinhos típicos e desconhecidos. Falta comunicação, falta cativar o grande público. Qual a região que durante o fatídico ano 2021 mais se diferenciou e inovou? Saberemos em Janeiro..."  

Obrigado, 

Aníbal Coutinho

24 junho 2021

Jornadas Madeira 2021: "Câmara de Lobos tem uma oferta que praticamente não se encontra em outros concelhos"



Alcides Nóbrega, presidente da Confraria Enogastronómica da Madeira (CEM), destacou, na sua intervenção durante as 'Jornadas Madeira 2021, que decorreu em Câmara de Lobos, a oferta gastronómica do município.

“Câmara de Lobos tem uma oferta que praticamente não se encontra em outros concelhos da Madeira”, disse, vincando que a gastronomia é um dos factores que mais chama a população para visitar o município e, como tal, é necessário continuar a apostar neste campo.


23 junho 2021

Madeira lança oito vídeos proporcionais

Associação de Promoção divulga oito experiências que vão desde um pequeno-almoço acima das nuvens ao pôr-do-sol num baloiço em Ponta do Pargo.


"O conceito de inclusão, dinâmica, rejuvenescimento e modernidade que baseia o posicionamento atual do destino, impulsionou uma comunicação adequada aos vários segmentos que se pretende estabelecer e que contemplam os tradicionais para a Região", vinca Eduardo Jesus.

A Associação de Promoção da Madeira (APM) publicou esta segunda- feira um total de oito vídeos alusivos a um igual número de experiências que se podem vivenciar na Região.

A campanha em formato multimédia vai desde um pequeno-almoço acima das nuvens ao pôr-do-sol num baloiço em Ponta do Pargo, passando ainda por uma viagem de barco na Ponta de São Lourenço.

"Conhece aquele lugar onde nunca vai se sentir entediado?! Aquele lugar onde pode encontrar a experiência perfeita para cada pessoa?! Aquele lugar onde se sente feliz?! Esse lugar é a Ilha da Madeira. Perca-se nas nossas experiências únicas e incríveis", pode ler-se na descrição dos vídeos.

"Somos um destino secular e as medidas tomadas desde o início da pandemia reforçaram ainda mais a imagem de um lugar seguro, reconhecido pelos operadores e pelos viajantes. Não obstante, continuamos empenhados em captar cada vez mais fluxos turísticos, desenvolvendo ações como a campanha que agora se iniciou, com um valor superior a 641 mil euros, para fortalecer o destino no exterior." — Eduardo Jesus

Pequeno almoço acima das Nuvens



Masterclass de Cozinha Tradicional



Passeio de Gastronomia e Vinho no Funchal



Bordado Madeira



Prova de Vinho


Passeio de Jeep



Viagem de Iate Privado



Prova de Rum



Fora de Portugal, a campanha "abrange 17 mercados internacionais, tirando partido da abertura crescente destes mercados, para as viagens de lazer".

"Vamos estar presentes no Reino Unido, na Alemanha, em França, na Dinamarca, em Espanha, na Holanda, na Polónia, na Bélgica, na Suíça, na Suécia, na Áustria, na República Checa, no Luxemburgo, na Finlândia, na Noruega, na Roménia e na Lituânica", frisa Eduardo Jesus, complementando que “este investimento, que se prolonga até o mês de Julho, é na ordem dos 449 mil euros”.

19 junho 2021

Presença em Agosto na cidade de Mikulov



A Confraria Enogastronómica da Madeira desloca-se na última semana de Agosto à República Checa onde estará presente na cidade de Mikulov, Moravia do Sul,  no evento da Evropstí Rytíri Vina que se irá realizar no dia 28.

Nesta deslocação a República Checa os confrades madeirenses tencionam ter um pequeno encontro com elementos da direição da Rad Rytíri Vina SV. Urbana, com sede na cidade de Valtice. Bolo de mel, vinho tranquilo e Rum madeirense serão produtos que acompanharão os confrades madeirenses nesta deslocação a este país da Europa Central.

Nota: O Capítulo da Confraria Enófila Nossa Senhora do Tejo, devido ao COVID-19 não se realizou e os confrades que estariam presentes na Assembleia da FPCG, em Aveiro, igualmente devido ao vírus COVID-19 ficaram retidos em Lisboa. 

Estreito de Câmara de Lobos, 19 de Junho de 2021.

15 junho 2021

Ceia de São João no Centro das Comunidades Madeirenses


A Confraria Enogastronómica da Madeira realiza a "Ceia de São João" no dia 26 de Junho, no Centro das Comunidades Madeirenses. Este evento tem o seu início às 19h30. 

Estreito de Câmara de Lobos, 15 de Junho de 2021.

14 junho 2021

Miguel Silva Gouveia recebeu Confraria Enogastronómica da Madeira



O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, recebeu, esta manhã, nos Paços do Concelho, a Direção da Confraria Enogastronómica da Madeira, para debater a preparação da 20ª edição do “Grande Capítulo 2021”, que vai decorrer de 24 a 27 de setembro.

Miguel Silva Gouveia referiu que “a confraria veio apresentar a sua programação para este ano, onde constam muitas das suas atividades habituais e que haviam sido interrompidas por ocasião do Estado de Emergência. Felizmente, já estão reunidas todas as condições de segurança necessárias para que sejam retomadas, devolvendo assim ao Funchal experiências gastronómicas ímpares.”

“Será o reatar das atividades com as quais a CMF tem vindo a colaborar, nomeadamente com o Grande Capítulo, que vai decorrer na nossa cidade, e que junta mais de uma centena de confrades vindos de diversos pontos da Europa”, acrescentou.

O presidente concluiu que “numa semana em que tivemos a oportunidade de dar a conhecer ao País a qualidade dos nossos produtos e da nossa gastronomia, este retomar das atividades da confraria é uma excelente notícia para o Funchal e para a Região, pois permitirá continuar a mostrar a todas as pessoas que aqui convergem, os produtos regionais, os produtos gastronómicos, e também os nossos vinhos.”


Na Imprensa:




07 junho 2021

'Amar, Beber e Comer' surpreendeu no Cais da Ponta do Sol


Veja o vídeo do DIÁRIO e as fotos de Valentina Rodrigues e Andrew Kemp que ilustram o evento ABC realizado no último sábado, 5 de Junho. 

O projecto ‘Amar, Beber e Comer’ (ABC) na Madeira, de Fábio Abreu (empresário e especialista em experiências culturais na Wanderlust Madeira) e Nuno Nobre (consultor e gestor de negócios de gastronomia e turismo na Nuno Nobre Consultoria) vai regressar no primeiro sábado de Julho (dia 3) com uma terceira edição.

Depois da estreia a 15 de Maio, na Quinta do Barbusano, em São Vicente, o projecto ABC prosseguiu com a segunda edição neste último sábado, 5 de Junho, no Cais da Ponta do Sol.

Eleutério Costa foi o 'chef' convidado

Desta vez, o ‘chef’ convidado foi Eleutério Costa, ‘chef’ executivo do Design Centre Nini Andrade Silva, situado no molhe da Pontinha no Funchal.

As entradas

Assim, no Cais da Ponta do Sol, o ABC proporcionou uma ementa ímpar: à entrada houve favas de escabeche, pota de escabeche e pickles de pimpinela, seguindo-se requeijão assado, salada mediterrânica e cuscus da Ponta do Sol.

O prato principal

O ‘chef’ Eleutério Costa preparou para prato principal uma cataplana de peixes da nossa costa. Este prato tradicional é servido num recipiente para cozinhar alimentos típicos com origem no Algarve e utilizado um pouco por todo o território. Tem origem no período árabe e é equivalente a uma antiga panela de ferro fundido ou à tajine marroquina.

A sobremesa


Já a sobremesa foi criada por Ruben Magno que idealizou ‘uma espécie de Bolo de Mel’. A harmonização vínica exclusiva foi da João Portugal Ramos, com cocktails pelo barmen Rodrigo Portugal e finalização pela Delta Cafés.

O evento ficou ainda marcado pela actuação musical do acordeonista Slobodan Sarcevic.

No final ficou a promessa do regresso do ABC no primeiro sábado de Julho.









































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