12 janeiro 2019

Confraria desfilou na XXI Feira Gastronómica do Porco

(foto do Jornal de Noticias)

A Confraria Enogastronómica da Madeira participou a 12 de Janeiro no Capítulo da Confraria Gastronómica da Raça Barrosã, que se realizou no Município de Boticas e com outras confrarias presentes desfilou no recinto onde se realiza a XXI Feira Gastronómica do Porco.
De 11 a 13 de Janeiro de 2019 acontece a XXI Edição da Feira Gastronómica do Porco, um dos certames mais importantes desta região.

A Confraria Enogastronómica da Madeira agendou a sua presença no Capítulo da Confraria do Porco Bísaro Transmontano e na 39.ª Feira do Fumeiro de Vinhais, que se realiza de 7 a 10 de Fevereiro.

Estreito de Câmara de Lobos, 12 de Janeiro de 2019.


Na Imprensa:

> Diário de Notícias da Madeira: Madeira esteve representada na Feira Gastronómica do Porco

 Confraria Gastronómica da Carne Barrosã (foto de arquivo)

Confraria do Porco Bísaro e do Fumeiro de Vinhais (foto de arquivo)

XIX Grande Capítulo - 2019

FOR INVITE IN ENGLISH

Digníssimas Confrarias, 


Prezados amigos,


É com grande honra que os convidamos para o nosso XIX Grande Capítulo que se realizará entre o dia 26 e 29 abril de 2019


Será um prazer recebe-los nesta pérola do Atlântico, entre a Páscoa (20 de abril) e a magnífica Festa da Flor (2 de maio) para desfrutar de um cuidado programa criado a pensar em vocês com a vontade inequívoca de proporcionar belos momentos de confraternização e de partilha.


Fazemos votos da sua presença, dos seus amigos e familiares! São todos bem-vindos! 


O favor de confirmar até  domingo, 14 de abril 2019.

XIX Grande Capítulo
Academia Madeirense das Carnes  
Confraria Gastronómica da Madeira

– 26 a 29 de Abril de 2019 –  Região Autónoma da Madeira

Programa 

Sexta-feira, 26 de abril  
18:30H – Concentração dos confrades na Praça do Município, Funchal. (https://goo.gl/maps/xeaZsyyXSn22)
19:00H – Receção no Instituto do Vinho da Madeira
20:00H – Jantar de boas-vindas no Instituto do Vinho da Madeira.

Sábado, 27 de abril
 9:30H – Receção e visita guiada no Teatro Municipal do Funchal (https://goo.gl/maps/TUaNfhEmyos),
11:30H – Partida de autocarro em direção ao Porto da Cruz, Machico
12:30H – Visita a Companhia de Engenhos do Norte (produção de rum).
14:00H – Almoço típico no Restaurante Quinta do Furão, Santana 

Domingo, 28 de abril
 9:00H – Concentração dos confrades na Praça do Município. 
Partida de autocarro em direção ao Estreito de Câmara de Lobos.
10:00H – Missa
11:00H – Desfile
12:00H – Cerimónia do XIX Grande Capítulo no Centro Cívico do Estreito de Câmara de Lobos
14:00H – Almoço Confrádico no restaurante O Lagar, Câmara de Lobos

Segunda-feira, 29 de abril, (traje livre)
 9:30H – Concentração dos confrades na Praça do Município, Funchal  
10:00H – Passeio de autocarro pela ilha da Madeira com destino ao Porto Moniz.
12:00H – Receção na Câmara Municipal do Porto Moniz pelo presidente do município.
13:00H – Panelo (almoço típico madeirense) na Floresta Laurissilva.
17:00H – Regresso ao Funchal

Valor por participante: 150,00 €

Por favor, descarregue-a e nos envie preenchida. 

Mais informações:
Alcides Nóbrega - (Presidente) - +351 965014491
Márcio Ribeiro - (Secretário geral) -  +351 963129118
Olga Mendes - (Vice -Presidente) - +351 924030562

Algumas memórias do ano passado: 






















São todos bem-vindos! 


O favor de confirmar até domingo, 14 de abril 2019. 


Preços para o período de 1 a 30 de Abril 2019, por pessoa e por dia:

HOTEL MADEIRA - (3 estelas)

Quarto standard duplo BB 37,00€ por pessoa
Quarto individual BB - 63,50€

Quarto com balcão duplo BB - 39,10€ por pessoa
Quarto individual BB - 67,10€

Quarto superior sem balcão duplo BB 41,30€ por pessoa
Quarto individual BB 71,00€

Suite duplo - 48,00€ por pessoa 


HOTEL ALTO LIDO - (4 estrelas)

Quarto standard duplo vista mar lateral BB – 52,80€ por pessoa
Quarto standard Individual BB - 95,10€

Quarto standard duplo vista mar lateral piso alto BB 58,30€ por pessoa
Quarto standard individual vista mar lateral piso alto BB - 105,00€

Quarto premuim deluxe duplo vista mar BB - 63,90€ por pessoa
Quarto premuim Individual vista mar BB - 114,90€

Suite vista mar  dupla BB - 80,30€ por pessoa
Suite vista mar individual BB - 144,60€


CASTANHEIRO BOUTIQUE HOTEL (4 estrelas)

Quarto standard duplo BB - 54, 00€ por pessoa
Quarto standard individual BB -  97,00€

Quarto deluxe duplo BB 65,00 € - por pessoa

Suite Junior duplo BB - 70,50 por pessoa

Suite BB por 81,40 € por pessoa


PESTANA CASINO PARK HOTEL - (5 estrelas) 
De 22 a 29 Abril

Quarto duplo  vista montanha BB - 54,10 € por pessoa
Quarto Individual  vista montanha - 95,70€

Quarto duplo vista jardim  BB - 59,40€ por pessoa
Quarto Individual vista jardim BB - 106,50€

Quarto duplo vista lateral BB - 70,20€ por pessoa

Suite dupla BB – 89,10€ por pessoa

De 29 de Abril a 30 de Abril: 

Quarto duplo  vista montanha BB - 66,50€ por pessoa
Quarto Individual  vista montanha - 120,50€

Quarto duplo vista jardim BB - 73,10 € por pessoa
Quarto Individual vista jardim BB - 133,70€

Quarto duplo vista lateral BB - 86,40€ por pessoa

Suite dupla BB - 110,00€ por pessoa

19th Big Chapter - 2019

Dear Brotherhoods,
Dear friends,

It's with great honor that we invite you to our 19TH Big Chapter that will take place in Madeira Island from 26th to 29th of April of 2019.

It will be a pleasure to receive you in this authentic Atlantic 
Pearl in between Easter (April 20th) and the magnificent Flower Festival (May 2sd) to enjoy a careful program created thinking on you with the unequivocal desire to share beautiful moments of fraternization.

We wish your presence, your fellows, your family and friends! 
You are all welcome!
Please confirm up till Sunday, April 14th, 2019.

19th Big Chapter
The Madeiran Meat Academy 
Madeira Gastronomic Brotherhood 

– 26th to 29 th of April of 2019 – 
Madeira Autonomous Region

Programme

Friday, April 26th
 6:30 pm - Gathering of brotherhoods at Praça do Município (Funchal) (https://goo.gl/maps/xeaZsyyXSn22)
7:00 pm - Welcome reception at Madeira Wine Institute
8:00 pm - Welcome dinner Madeira Wine Institute


Saturday, April 27th
  9:30 am - Reception and Guided visit of the Funchal Municipal Theater
11:30 am - Departure by bus to Porto da Cruz, Machico
12:30 pm - Visit to Companhia dos Engenhos do Norte (steam rum factory)
  2:00 pm – Tipical lunch at Quinta do Furão, Santana

Sunday, April 28th
  9:00 am - Gathering of brotherhoods at Praça do Município (Funchal)
                  Departure by bus to Estreito de Câmara de Lobos
10:00 am - Mass
11:00 am - Parade
12:00 pm - 19th Grand Chapter Ceremony at Centro Cívico do Estreito
  2:00 pm - Brotherhood Lunch in restaurant O Lagar, Câmara de Lobos

Monday, April 29th, (no costume required)
  9:30 am - Gathering of brotherhoods at Praça do Município (Funchal).
                  Bus tour around the Madeira Island with a visit to Porto Moniz
                  (well known for its basaltic natural pools) and tipical madeiran lunch
                   in Laurissilva Forest.
                 

Value per participant: 150,00 €

For more information:
Márcio Ribeiro - (General Secretary) - +351 963129118


Some memories from last year:
























You are all welcome!


Please confirm up till Sunday, April 14th, 2019.

10 janeiro 2019

Primeiro encontro cultural gastronómico de 2019 no dia 19 de Janeiro


A Confraria Enogastronómica da Madeira realiza no dia 19 de Janeiro o seu primeiro encontro cultural gastronómico de 2019, na Herdade Agrícola "Casa Velha", propriedade de Carlos Soares, Vice-presidente da Direção da C.E.M.

Estreito de Câmara de Lobos, 10 de Janeiro de 2019.

03 janeiro 2019

Confraria Enogastronómica da Madeira visita a "Semana da Chanfana"


A Confraria Enogastronómica da Madeira irá visitar a edição de 2019 da "Semana da Chanfana", que se realiza em Vila Nova de Poiares, de 11 a 21 de Janeiro.

Estreito de Câmara de Lobos, 3 de Janeiro de 2019.

28 dezembro 2018

Initium Operum Fraternitatis MMXIX


Crónica anual da exclusiva responsabilidade de Gregório Freitas de antevisão do ano novo.


2019 será um ano de máxima importância para Confraria Enogastronómica da Madeira, a começar pelo desafio de afirmação e consolidação do seu novo objeto de acção e sua nova denominação. Para tal feito, sei que têm no seu planeamento a realização de novos eventos no espaço nacional e até no espaço europeu, dos quais estou certo que, em muito, irão contribuir para a defesa, divulgação e promoção da herança cultural gastronómica e báquica da Região Autónoma da Madeira e por consequente da Região da Macaronésia. Um bem haja pela ousadia!

Cá, para a Região, eu considero, tal como fiz em anteriores direções desta irmandade, a premência da criação de uma "Direção Regional da Gastronomia e do Vinhos", pois denoto uma certa confusão no meio empresarial no que toca ao conhecimento e preservação da herança cultural enogastronómica da Madeira. Vê-se que há poncha de todos os feitios (mais doce, com gelo, com sabor a erva, etc, etc...) desvirtuando desta forma a sua essência e por outro lado sendo deixado no esquecimento marcas identitárias da nossa Região, como a poncha de mel-de-cana. Será que alguém se lembra desta bebida? Será que seria uma mais valia reabilitá-la, introduzindo na oferta, preservando esta memória enogastronómica da Região e, em simultâneo, potenciando o consumo de dois produtos de excelência providos do cultivo da cana sacarina? É este e outro trabalhos similares que poderia ser desenvolvido pela dita Direção.

No espaço nacional congratulo-me com o regresso da Confraria Gastronómica do Alentejo ao movimento confrádico nacional e, em particular, a nova direção da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas, empossada este mês. Faço, desde já, votos de bom trabalho quer para a Confraria, quer para a Federação! No entanto, conhecendo a maneira de estar e de ser da presidente da Federação, senhora Olga Cavaleiro, não há razão para conceder um estado de graça a esta Direção pois estou convencido que será mais do mesmo que foi nestes últimos 6 anos, caracterizados por pura inércia e alguns desfiles na passerelle. Sendo assim, desde já, provoco a Direção da Confraria Enogastronómica da Madeira para que estude a apresentação em 2021 de uma candidatura às eleições dos Órgãos Sociais da FPCG

De regresso à Região, é com agrado que constato que há uma crescente ou mesmo uma plena recuperação durante a "Festa" do acto cultural da "Função da Morte do Porco" e, em simultâneo, congratulo-me que a Confraria Enogastronómica da Madeira tenha contribuído de forma tão ativa para a preservação deste vivência cultural do povo da Região Autónoma da Madeira.

Ainda para 2019, faço votos que o Governo Regional da Madeira manifeste o interesse na apresentação de uma candidatura a "Região Europeia de Gastronomia". Estou certo que a Região Autónoma da Madeira e a Confraria Enogastronómica da Madeira estão preparadas para a realização deste desafio.

Este artigo de opinião é da inteira responsabilidade de Gregório J.S.Freitas.

Estreito de Câmara de Lobos, 1 de Janeiro de 2019. 

19 dezembro 2018

"Alimentación en los navíos en los siglos XVI-XVII"


 

Devido a um bom relacionamento existente entre a Confraria Enogastronómica da Madeira e a Cofradia del Colesterol Buen - Avilés, das Astúrias, e acreditando de que os marinheiros portugueses vivessem a mesma realidade na época relatada, colocamos neste site um artigo publicado na revista "HDL" da Cofradia del Colesterol.

Alimentación en los navíos en los siglos XVI-XVII
Román Antonio Álvarez González


La dieta y alimentación de los marineros, que formaban la tripulación y/o pasajeros de los navíos que viajaban a América desde la península durante los siglos XVI y XVII tenía que superar un primer paso que consistía en la organización de la compra y almacenamiento de los mismos y su conservación a lo largo del viaje. La comida era difícil de conservar por la humedad, el calor y las plagas (ratas, cucarachas y demás insectos). La preparación tampoco era sencilla, pero también era esencial establecer unas raciones alimentarias adecuadas para que los víveres y el agua durasen un poco más de las jornadas que estaban previstas para el viaje. El despensero era el encargado de repartir las raciones alimenticias y el alguacil el que se encargaba de custodiar y distribuir las de agua.
La peor carestía vital era la del agua, por lo que se era extremadamente cuidadoso en su racionamiento. El agua que había habitualmente en las naves era turbia, hedionda, caliente y cenagosa.
Una solución era hervirla, pero había que comprarse una olla y «cuidar de tener agua» y de que no la robasen. Se corrompía por no estar bien envasada, lo que provocaba un sinfín de enfermedades. Normalmente se repartían entre uno y dos litros de agua por persona y día pero, si el viento cesaba o se producía alguna avería, la ración de agua se podía reducir drásticamente. Cuando ocasionalmente se producían robos o fraudes en las raciones, el delito se castigaba duramente, ya que el egoísmo de unos pocos ponía en
peligro la supervivencia del resto.
Los desequilibrios en la dieta se producían, más que por insuficiencia calórica, por desequilibrio nutricional, sobre todo cuando el viaje se prolongaba más de lo previsto.
La comida o almuerzo, al mediodía, era la ingesta más importante y la más calórica, y solía servirse caliente, siempre que las condiciones atmosféricas y estratégicas no lo impidieran y hubiera leña o carbón. El desayuno se comía frío y la cena se realizaba a la luz de un candil, aunque en ocasiones se tuviera que comer a oscuras.
Los ofi ciales, a veces, tenían pequeños privilegios como un vino de mejor calidad, bizcocho blanco o bonito en vez de atún. Pero, cuando el viaje se alargaba y los alimentos y el agua escaseaban compartían con los demás pasajeros los rigores del hambre y la sed.
Según Diego García de Palacio, marino y científi co español de origen santanderino, que vivió en el siglo XVI y que viajó en numerosas ocasiones a las Indias, esta era la ración de
comida que se servía en una nao que se dirigía a Indias:

«[...] se ha de almorzar con un poco de bizcocho, algunos dientes de ajo, sendas sardinas o queso, sendas veces de vino en pie, a toda la gente, y solo los domingos y jue-
ves les da carne, y los demás días de la semana pescado y legumbres: puesta pues una mesa en el combes del navío desde popa a proa, donde toda la gente quepa, se han asen-
tar por las bandas, como se dijo en el capítulo del contramaestre, y de cuatro en cuatro se ha de poner su montón de bizcocho y cuatro libras de carne, y siendo en la mar se dan
garbanzos o habas, y si en tierra dan berzas y caldo y a cenar la mitad y sus tres veces de vino a cada comida y el día de pescado, si se da sardinas, se dan a cada uno cuatro: por
manera que entre cuatro que comen en un servicio se ponen 16 sardinas con su aceite y vinagre, y si se da bacalao, lizas o pargos con su olla de habas y garbanzos. Y a cenar se les
da el servicio de solo el pescado, bizcocho, aceite y vinagre, y su bebida [...]»

En los galeones de Indias parece que siempre se sirvió la comida en común hasta el siglo XVII, evitando así el peligro de incendio en los buques, por lo que el tiempo de espera debía
ser largo o la comida «fría» o cruda. El fogón se solía ubicar en la cubierta principal, casi siempre en la proa, pero había días en los que el viento impedía su uso, por lo que la comida era fría o cruda.
Según Esteban Mira Ceballos en su trabajo «La vida y la muerte a bordo de un navío del siglo XVI» la dieta tenía dos alimentos claves:

El bizcocho, unas tortas duras de harina de trigo, doblemente cocidas y sin levadura, que duraban largo tiempo, por lo que se convirtieron en un alimento básico dentro de los
buques. Ahora bien, a veces estaba tan duro que solo los más jóvenes eran capaces de hincarle el diente.
El vino, cuya ración por tripulante y día, en condiciones normales, ascendía a un litro. La falta de vino podía crear gran malestar en la tripulación, parece ser que era más importante
el vino que las propias pagas de los tripulantes. También se repartían raciones mucho más escasas de vinagre (tres litros al mes) y de aceite de oliva (un litro al mes).

Los alimentos frescos, como verduras y frutas, se consumían los primeros días. Después, los alimentos frescos y la fruta desaparecían durante semanas de la dieta y, si la travesía se alargaba en exceso, comenzaban a aparecer los primeros síntomas del escorbuto, una enfermedad típica de los hombres de la mar, provocada por la carencia de vitamina C que era combatida con la ingesta de limones. Solían comer carne al menos dos veces en semana. La carne era normalmente de cerdo y se denominaba genéricamente tocino, aunque incluía la canal completa. A veces, se entregaba fresco si se había sacrifi cado un animal, pero lo más frecuente es que estuviese conservado en salazón o se hubiese secado, en cuyo caso se llamaba cecina. Antes de consumirse, la carne se lavaba en el mar durante medio día para eliminar el exceso de sal. Los otros cinco días de la semana se consumían habas, arroz y pescado. Esto, junto a gachas o sopasde cereales o legumbres con manteca y unos buenos litros de alcohol, eran la dieta esencial del marinero

Pero el queso también era un componente esencial de las comidas a bordo, por dos motivos: su buena conservación y porqueno se necesitaba cocinar.
Excepcionalmente se repartían frutos secos, como almendras, castañas pilongas o pasas.

Fray Tomás de la Torre, en su «Diario de viaje de Salamanca a Ciudad Real de Chiapa», dice lo siguiente de la dieta a bordo de los galeones:

«En la comida se padecía trabajo porque comúnmente era muy poca; creo que era buena parte de la causa poderse allí aderezar mal para muchos; un poco de tocino nos daban por las mañanas y al mediodía un poco de cecina cocida y un poco de queso, lo mismo a la noche; mucho menos era cada comida que un par de huevos».

No obstante, en ocasiones se duplicaban las raciones, sobre todo cuando había riesgo evidente de entrar en combate. Según Juan Escalante de Mendoza, no había mejor forma de
levantar el ánimo a la tripulación que llenándoles la barriga y sirviendo ración doble de vino para aumentar su valentía y abnegación.

Fonte: Revista HDL
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