Fonte: JM-Madeira, edição impressa de 28 de Julho de 2019.
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28 julho 2019
55% da recolha da uva é em Câmara de Lobos
Câmara de Lobos produz 1.961 toneladas, das 3.541 recolhidas na Região em 2018. São Vicente, com 1.105 toneladas, e Santana, com 141 mil quilos, fecham o pódio dos concelhos mais produtivos.
Fonte: JM-Madeira, edição impressa de 28 de Julho de 2019.
Fonte: JM-Madeira, edição impressa de 28 de Julho de 2019.
20 julho 2019
Encontro Gastronómico e Cultural promove Santa Cruz este fim-de-semana
Prossegue, até amanhã, o V Encontro Gastronómico e Cultural de Freguesias do Concelho de Santa Cruz, a decorrer, desde o final da tarde desta sexta-feira, no centro da freguesia de Santo António da Serra (Santa Cruz).
Gastronomia e animação é o ‘prato forte’ do evento no ‘largo do Santo’, que ocorre por ocasião das comemorações do Dia da Freguesia, a assinalar amanhã, domingo.
Depois da chuva de ontem ter perturbado o arranque do certame, hoje o dia mantém-se seco e até ameno na freguesia serrana, que a partir do entardecer, reserva muita animação associada aos ‘comes e bebes’.
Logo, a partir das sete da tarde, o grupo musical ‘Os de Passagem’ dão o mote para o final de tarde e início de noite festivo. Depois será a vez de subirão palco a Enfertuna (Tuna de Enfermagem da Madeira), e ao princípio da noite, as Vozes do Santo, seguido da actuação de Catarina Melim e Bailarinas. Para encerrar a noite Gastronómica e Cultural, ‘Os de Passagem’ voltam ao palco para a 2ª parte da actuação.
Amanhã o ambiente de festa começa ao início da tarde, com a realização da sessão solene do Dia da Freguesia. A autarquia presidida por José António Baptista Reis celebra o aniversário da Freguesia este domingo, dia 21, pelas 13 horas, também no centro da Freguesia de Santo António da Serra. Logo depois a Banda Municipal de Santa Cruz dá o mote para a tarde cultural, seguindo-se as actuações do Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo de Santo António da Serra, do Grupo de Folclore e Tradições de Gaula e do Teatro Experimental da Camacha. Até ao final da tarde passam ainda pelo palco do evento organizado pela Junta de Freguesia de Santo António da Serra, Mário Amaro e Banda e o Duo Avelino & Graciano Melim.
Por:
CGMadeira
Hora: 23:14
19 julho 2019
Madeira apanha 130 toneladas de lapas por ano destinadas à gastronomia regional e exportação
O presidente do Governo Regional destacou hoje na Festa da Lapa, que decorre no Paul do Mar, que a Madeira apanha anualmente 130 toneladas de lapas destinadas à gastronomia regional e à exportação, sobretudo para Inglaterra, assim como para o mercado nacional e os Açores, grandes consumidores desta iguaria tradicional.
Miguel Albuquerque referiu que o stock da lapa está estabilizado na Madeira, graças à introdução de um período de defeso de quatro meses que tem sido importante para a recuperação e estabilização dos stocks.
A monitorização da lapa tem sido feita pelos técnicos da Secretaria das Pescas, que se preparam também para iniciar um estudo sobre a preservação do stock de caramujos, sendo importante no futuro “tomarmos medidas para a preservação e regeneração deste stock”, destacou Miguel Albuquerque que equaciona introduzir também aqui um período de defeso.
O governante destacou a importância desta feira, não só para a economia local, como também para a gastronomia regional, sendo um produto muito apreciado por residentes e turistas, deixando o convite à população para visitarem esta feira que oferece uma variedade de produtos regionais, em especial, a lapa.
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CGMadeira
Hora: 23:15
18 julho 2019
Viajar à boleia da comida: Lapas à moda da Madeira
Em busca das iguarias da gastronomia portuguesa, viajámos até ao arquipélago da Madeira e confirmámos uma ideia que já tínhamos: as lapas grelhadas são uma delícia, e uma das melhores formas de experimentar o sabor a mar onde ele é mais típico, no meio do Oceano Atlântico.
As atracções turísticas do arquipélago da Madeira são muitas: percursos pedestres ao longo das levadas, estradas serpenteantes e vertiginosas, paisagem tropical verdejante e luxuriante, formações geológicas fabulosas, testemunhos da origem vulcânica das ilhas, populações com uma cultura insular muito própria, tornando cada recanto das ilhas um sítio único e particular. Mas a gastronomia é, sem dúvida, uma das melhores razões para visitar a Madeira, e uma excelente forma de conhecer mais aprofundadamente o arquipélago e o mar que o rodeia.
Não há melhor maneira de terminar uma caminhada numa levada da Madeira ou uma manhã passada numa praia de Porto Santo do que com uma refeição para retemperar energias e para apreciar os sabores do mar. As lapas grelhadas são um dos pratos regionais mais apreciados por locais e visitantes nos arquipélagos dos Açores e Madeira e constituem uma verdadeira iguaria que não se pode perder.
Para os turistas vindos da Europa do Norte são exóticas, moluscos univalves (com uma só concha) que se agarram à rocha, e que são apanhadas na maré baixa, quando estão mais vulneráveis. Em Portugal continental, apesar de serem bem conhecidas pelas populações junto à extensa costa marítima, não são consideradas um petisco, talvez devido à ideia que poderão ser sensíveis à potencial poluição em certos pontos da costa nacional.
Mas nas ilhas, no meio do Atlântico, as águas límpidas e ricas em nutrientes são o meio certo para criar lapas saudáveis e saborosas, constituindo um prato regional quase símbolo das ilhas. Tradicionalmente, as lapas são consumidas de várias formas: em escabeche, em saladas, na caldeirada de marisco, ou ainda o arroz de lapas. Mas a receita mais emblemática é as lapas grelhadas.
Temperadas e grelhadas na própria concha, são grelhadas numa frigideira, com a concha para baixo, temperadas apenas com manteiga e alho, e estão prontas quando separadas da concha. Acabadas de grelhar, são servidas imediatamente na própria frigideira. Quando chegam à mesa, vêem ainda a ferver e acompanhadas de rodelas de limão, podendo pôr-se algumas gotas a gosto. O sabor a mar é intenso, combinando na perfeição com o tempero.
Embora possa ser o prato principal de uma refeição ligeira num bar à beira-mar, como nós experimentámos em Porto Santo, normalmente são servidas como entrada. E não há melhor maneira de começar uma refeição na Madeira senão com lapas grelhadas, acompanhadas de bolo do caco (pão de trigo típico da região da Madeira) quente e barrado com manteiga de alho! Tornou-se a nossa entrada de eleição, nem precisando de consultar o menu do restaurante para as pedir.
Experimentámos em vários sítios, mas nós recomendamos, na Madeira, o restaurante Chalet Vicente, no Funchal, e, no Porto Santo, o restaurante Ponta da Calheta. Aventure-se pelo arquipélago da Madeira e venha apreciar os sabores do mar, prove um dos pratos mais emblemáticos das ilhas e vai descobrir uma nova paixão gastronómica.
Fonte: Sapo Viagens
Por:
CGMadeira
Hora: 23:26
16 julho 2019
“Caneja D’Infundice”, O prato da Ericeira que nenhum restaurante quer servir
CONFRARIA DA CANEJA DE INFUNDICE - ERICEIRA
Com o objetivo de preservar, divulgar e valorizar aquela que é, sem dúvida, uma original e rara iguaria, foi constituída, por escritura notarial, a “Confraria da Caneja de Infundice – Ericeira”, peixe da família do cação que, segundo a receita passada de geração em geração, deve ser embrulhada em panos, guardada em local fresco e escuro, entre 10 a 15 dias, o que lhe confere características excecionais depois de cozida: o intenso odor amoniacal é compensado pela textura e sabor de um petisco que deverá ser acompanhado por vinho tinto e por uma guarnição simples de batata cozida, bem regada por azeite , com respeito pela simplicidade e originalidade da iguaria e da tradição que lhe está associada.
Na Ericeira não se perdeu a tradição de preparar a “Caneja d´Infundice”, prato de peixe, nascido na comunidade piscatória. De singular, o facto de só após 15 dias sobre a captura ser consumido. Não conhece frigorífico e o odor é o do amoníaco.
Peguemos num dicionário para percebermos o que nos devolve a entrada Infundice. Lemos: “Barrela feita de urina em que se demolhava a roupa muito suja para depois se lavar mais facilmente”. Face ao exposto, sabendo que à especialidade culinária da Ericeira, a caneja, lhe é colado o termo Infundice, temos de nos preparar para uma “refeição fora da caixa”.
É no decorrer de um almoço na sua propriedade que um filho da Ericeira, Artur Gama, produtor vinícola da casa Quinta da Boa Esperança, próxima de Torres Vedras, nos explica a singular forma de cura da caneja, peixe da família do cação, que a restauração evita e que ao palato mais sensível de alguns comensais pode afigurar-se repelente.
Artur é membro de uma peculiar Confraria, a da “Caneja d´Infundice”, criada em 2016. O mesmo é dizer que na Ericeira este prato singular continua a ter quem lhe preserve a memória. “Todos os anos, pelo outono, fazemos um almoço que chega a reunir 200 pessoas”, sublinha o produtor vinícola.
Um almoço que não é preparado nem confecionado em nenhum restaurante da localidade da Região Oeste. Há uma razão de base: o odor. A caneja depois de capturada nos mares próximos à Ericeira, de março a outubro, é “embrulhada durante duas semanas num pano e assim fica, em local escuro e fresco, por exemplo uma arca ou gaveta. Há mesmo quem a enterre”, diz ao SAPO Lifestyle o nosso interlocutor.
“O cheiro da caneja depois deste processo é horrível, pode manter-se semanas. Contudo, depois de cozido o peixe adquire uma cor branca e um odor mais suave
Volvido este tempo de maturação, o peixe, então com um forte odor amoniacal, é preparado para ser cozido. “O cheiro da caneja depois deste processo é horrível, pode manter-se semanas. Contudo, depois de cozido o peixe adquire uma cor branca e um odor mais suave. Acompanhamo-lo com batata cozida com pele, uma cebola crua e um fio de azeite - que em contacto com o peixe perde o tom dourado, ficando esbranquiçado - e a textura e macieza desta carne é estupenda”, adianta Artur Gama. Manda a tradição que à caneja se lhe junte o vinho tinto, o que eleva a experiência gastronómica. “Os mais velhos dizem que, a acompanhar a caneja, se pode ingerir cinco litros de vinhos sem nos embebedarmos”, é-nos afiançado. Não pode, também, faltar um bom naco de pão de Mafra.
Fonte: Lifestyle Sapo
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CGMadeira
Hora: 23:36
Viagem à Suíça para o "Chapitre des Armaillis de la Fête"
A Confraria Enogastronómica da Madeira desloca-se a 27 de Julho à cidade suíça de Vevey, onde irá participar no "Chapitre des Armaillis de la Fête" da Confrérie du Gruyére.
Esta localidade foi marcante para a vida e história de Charles Chaplin, onde faleceu. Atualmente há um museu dedicado a si, na sua antiga propriedade em Corsier sua Vevey. O museu foi inaugurado em abril de 2016 e já é considerado um dos melhores museus do mundo.
Estreito de Câmara de Lobos, 16 de Julho de 2019.
Na Imprensa:
> JM-Madeira: Confraria Enogastronómica da Madeira visita a Suíça
Esta localidade foi marcante para a vida e história de Charles Chaplin, onde faleceu. Atualmente há um museu dedicado a si, na sua antiga propriedade em Corsier sua Vevey. O museu foi inaugurado em abril de 2016 e já é considerado um dos melhores museus do mundo.
Estreito de Câmara de Lobos, 16 de Julho de 2019.
Na Imprensa:
> JM-Madeira: Confraria Enogastronómica da Madeira visita a Suíça
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CGMadeira
Hora: 11:24
15 julho 2019
Presença em Aveiro no XIV Capítulo da Confraria da Broa D'Avanca
A Confraria Enogastronómica da Madeira participou no XIV Capítulo da Confraria da Broa D`Avanca, que se realizou a 13 de Julho, na freguesia de Avanca, no Município de Estarreja, Distrito de Aveiro.
Estreito de Câmara de Lobos, 15 de Julho de 2019.
Na Imprensa:
> Diário de Notícias da Madeira: Confraria Enogastronómica da Madeira participa no XIV Capítulo da Confraria da Broa D`Avanca
Estreito de Câmara de Lobos, 15 de Julho de 2019.
Na Imprensa:
> Diário de Notícias da Madeira: Confraria Enogastronómica da Madeira participa no XIV Capítulo da Confraria da Broa D`Avanca
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CGMadeira
Hora: 10:19
12 julho 2019
Há música e muito para degustar no Curral das Freiras até domingo
A XIV Mostra da Ginja e Doçaria deu ontem 'cartas' no Curral das Freiras. Mas hoje, ‘todos os caminhos’ voltam a dar a esta freguesia de Câmara de Lobos que tem engendrado um programa recheado de música, doces e, claro está, ginjas confecionadas das mais variadas formas e feitios.
O certame arranca às 18 horas, com a atuação da Tuna da Universidade Sénior de Câmara de Lobos. Ocupará depois ao palco o Grupo Madeira Despique Gente Antiga, antes da atuação, marcada para as 20h30, do Grupo de Folclore da Casa do Povo do Curral das Freiras.
Prevê-se, no entanto, que sejam os artistas Roni de Melo e Ruben Aguiar a captar as atenções da noite. Será pelas 21 horas, que o primeiro subirá ao palco, cabendo ao segundo encerrar o evento com uma atuação que decorrerá entre as 23 e as 00h30 horas.
A festa não terminará aqui. Amanhã é outro dia, com atividades a arrancarem bem cedo, pelas 9 horas, cabendo à Banda Municipal de Câmara de Lobos dar, a partir das 10 horas, música aos festeiros.
O Grupo de Cordas da Fajã de Ovelha estará encarregado das despedidas, encerrando, pelas 12h30, esta iniciativa que dá vida às tradições madeirenses.
O certame arranca às 18 horas, com a atuação da Tuna da Universidade Sénior de Câmara de Lobos. Ocupará depois ao palco o Grupo Madeira Despique Gente Antiga, antes da atuação, marcada para as 20h30, do Grupo de Folclore da Casa do Povo do Curral das Freiras.
Prevê-se, no entanto, que sejam os artistas Roni de Melo e Ruben Aguiar a captar as atenções da noite. Será pelas 21 horas, que o primeiro subirá ao palco, cabendo ao segundo encerrar o evento com uma atuação que decorrerá entre as 23 e as 00h30 horas.
A festa não terminará aqui. Amanhã é outro dia, com atividades a arrancarem bem cedo, pelas 9 horas, cabendo à Banda Municipal de Câmara de Lobos dar, a partir das 10 horas, música aos festeiros.
O Grupo de Cordas da Fajã de Ovelha estará encarregado das despedidas, encerrando, pelas 12h30, esta iniciativa que dá vida às tradições madeirenses.
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CGMadeira
Hora: 10:27
Diana Silva lança novas colheitas e duas novidades vinícolas

Depois de se ter estreado com sucesso no projecto Ilha – uma trilogia de vinhos na Madeira feita a partir de uma única casta, a Tinta Negra, em 2018 -, Diana Silva apresenta agora as novas colheitas do seu vinho DOP, e duas novidades – o Ilha Verdelho, e o Ilha E. Estes foram dados a provar em Lisboa, no Rossio GastroBar, onde a jovem madeirense mostrou quatro dos seus vinhos: o Ilha Tinta Negra Blanc de Noirs, o Ilha Tinta Negra Tinto, o Ilha Verdelho e o Ilha Tinta Negra E, refere uma nota de imprensa.
Após um primeiro ano de muito sucesso, Diana Silva viveu também um período de grande aprendizagem. Depois de um ano de descoberta da casta e do seu comportamento, tendo trabalhado apenas com uvas de S. Vicente, a produtora passou a usar também uvas do Estreito de Câmara de Lobos. “Com um maior estudo e conhecimento da casta, acredito que conseguimos uma constante progressão na qualidade, e a prova está nesta nova colheita de 2018, da qual estou muito orgulhosa”, afirma Diana Silva sobre as novas colheitas.
Além do Ilha Tinta Negra Rosé, do Ilha Branco – “o primeiro Blanc de Noirs” da Ilha da Madeira” -, e do Ilha Tinta Negra Tinto, um vinho elegante e surpreendente, com apenas 12%, a produtora madeirense adicionou dois novos vinhos ao projecto inicial: o Ilha Verdelho, uma vontade que já existia mas que não havia ainda sido concretizada, e que nasce agora de um conjunto muito específico de circunstâncias: é um Verdelho de S. Vicente, de uma vinha de altitude, o que confere mais acidez ao vinho e menor maturação alcoólica. A uva é apanhada à mão e cuidadosamente seleccionada. O Verdelho mantém a linha dos seus “irmãos ilhéus” – a saber, um vinho de nicho, intensamente gastronómico, criado sem a preocupação de agradar a todos. Na descrição da enóloga, por não ter qualquer intervenção tecnológica, é “o mais puro Verdelho da Madeira”.
A outra novidade deste ano é o Ilha E – E de Experiência. Uma aventura de 1.064 garrafas, iniciada em 2017, que resulta da crença da produtora pela casta e sua incessante procura em mostrá-la na sua mais diversa potencialidade e esplendor. Este vinho tinto, 100% Tinta Negra, tem um estágio de madeira de quatro meses.
Dentro desta última aventura, Diana assume que irá criar mais vinhos, e de verdade, tem já outro na “manga”, uma edição limitada de cerca de 1.000 garrafas, que será um topo de gama e irá ser lançado no fim deste ano ou no início do próximo – dependendo de quando o vinho estiver pronto.
O Ilha permanece como o projecto da vida de Diana Silva – um projecto de “Amor à terra e crença no Terroir”. Para ela, que sempre defendeu que um vinho com qualidade é “um vinho equilibrado a nível de acidez, frescura, fruta e álcool”, o Ilha continua a trilhar o seu caminho. E o caminho é ascendente.
Fonte: Funchal Notícias
Por:
CGMadeira
Hora: 07:20
30 junho 2019
Ilha de Encantos
Na Madeira, uma jovem produtora, Diana Silva, acaba de lançar a segunda produção do seu Ilha. São vinhos onde impera uma casta, a Tinta Negra, a que se juntou agora o Verdelho. Grandes vinhos, sobretudo para quem goste de acidez, frescura e elegância.
Fonte: Diário de Notícias da Madeira, edição de 30 de Junho de 2019.
Fonte: Diário de Notícias da Madeira, edição de 30 de Junho de 2019.
Por:
CGMadeira
Hora: 19:13
25 junho 2019
Dupla presença da CEM na Bélgica
De 22 a 23 de junho 2019, a Confraria Enogastronómica da Madeira marcou presença em dois Capítulos na Bélgica.
No Capítulo estiveram presentes 58 confrarias, 9 das quais estrangeiras, 8 francesas e a representar Portugal, a Confraria Enogastronómica da Madeira. A recepção contou com 218 convidados, confrades, amigos civis e políticos, entre eles 2 representantes do governo Federal e 3 presidentes de câmara.
A 150km mais a Norte da mesma região, mas já na Província de Hainaut, esta terra de 6.000 habitantes é conhecida pelo evento que se realiza no último fim-de-semana de Junho. (Sabbat des Sorciéres) A festa das Feiticeiras, pelo seu moinho a vento, pela colheita de cereais a moda antiga ou ainda pela sua feira artesanal, entre outros.
No XXXVI Capítulo da Confrérie des Chaussons et de la Moinette estiveram 53 confrarias, sendo 12 francesas, a CEM e as restantes belgas, com 329 convidados, estando limitados ao número de convives a 300. A confraria teve de recusar muitos interessados em participar no evento que é muito apreciado quer pelas confrarias belgas de todas as regiões, quer ainda pelas Confrarias do Norte e Centro de França. De realçar a presença na Madeira em Abril 2019 no XIX Capitulo da CEM por uma comitiva desta confraria.
Curiosidade deste Capítulo, uma pequena cerimónia dedicada ás feiticeiras com a presença das confrarias e dos convidados amigos e políticos. Em que cada ano uma Confraria é convidada a vestir a pequena estátua em bronze de uma feiticeira.
Tentando sempre dar o meu melhor e tendo sido como sempre muito solicitado para falar da CEM, das suas actividades, da gastronomia madeirense, dos vinhos, da sua cultura, dos seus usos e costumes e da Madeira em geral.
Se a curiosidade é grande pela presença da CEM, o interesse das Confrarias é muito maior em estarem presentes na Madeira e para algumas ficou desde já agendado a sua presença em 2020 para o XX Capitulo da Confraria Enogastronómica da Madeira, que se realiza de 24 a 27 de Abril.
Lino de Jesus Dionisio
Embaixador da CEM na Suiça
Na Imprensa:
> JM-Madeira: Enogastronómica da Madeira marcou presença em eventos realizados na Bélgica
Por:
CGMadeira
Hora: 15:20
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